VIOLÊNCIAS E RESISTÊNCIAS: POVOS INDÍGENAS DO BRASIL E O POVO PURUBORÁ DA ALDEIA APEROI – RO

Desde a invasão do Brasil, a história dos povos indígenas foi marcada pela violência e violação de seus direitos, bem como pela resistência dos mesmos. Este artigo objetiva analisar as denúncias de violências e violações de direitos, especialmente, aquelas apontadas nos relatórios de violência contr...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Ramos, Anatália Daiane de Oliveira, Zibetti, Marli Lúcia Tonatto, Caetano, Edson
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2021
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Revista Espaço ameríndio
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:seer.ufrgs.br:article/111796
Acceso en línea:https://seer.ufrgs.br/index.php/EspacoAmerindio/article/view/111796
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Violências
resistências
povos indígenas
povo Puruborá
aldeia Aperoi.
Violência
Resistência indígena
Descripción
Sumario:Desde a invasão do Brasil, a história dos povos indígenas foi marcada pela violência e violação de seus direitos, bem como pela resistência dos mesmos. Este artigo objetiva analisar as denúncias de violências e violações de direitos, especialmente, aquelas apontadas nos relatórios de violência contra os povos indígenas, elaborados pelo Conselho Indigenista Missionário (2014 a 2019), como também visibilizar as resistências dos indígenas. Para dialogar com esses dados, apresentam-se informações de duas pesquisas (mestrado e doutorado), desenvolvidas nos anos de 2014 a 2019 junto ao povo Puruborá da aldeia Aperoi, Seringueiras/RO. Os instrumentos utilizados para a produção de dados foram a observação participante – registrada em diário de campo, fotografias e vídeos –, análise documental e entrevista semiestruturada. A análise ocorreu por meio da triangulação das informações, da finalidade do texto e o referencial teórico empregado. A análise aponta as violações de direitos e as violências contra a pessoa, os povos indígenas isolados e de pouco contato, o patrimônio desses povos e a omissão do poder público. A sobrevivência desses povos decorre de sua organização e resistência histórica.