Efeito do naftaleno na microalga marinha Dunaliella tertiolecta, ouriço-do-mar Lytechinus variegatus e no microcrustáceos estuarinos Nitokra sp e Leptocheirus plumulosus

O naftaleno é um dos principais constituintes do petróleo solúvel em água e esta classe de poluentes está enquadrada na lista prioritária de contaminantes orgânicos persistentes. O presente trabalho traz informações sobre o efeito do naftaleno em ensaios ecotoxicológicos com quatro diferentes grupos...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Cariello, Mariana Stefanon
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2012
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:teses.usp.br:tde-10122012-165258
Acceso en línea:http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/21/21134/tde-10122012-165258/
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Dunaliella tertiolecta
Ecotoxicologia
Ecotoxicology
Leptocheirus plumulosus
Lytechinus variegatus
Naftaleno
Naphthalene
Nitokra sp
Descripción
Sumario:O naftaleno é um dos principais constituintes do petróleo solúvel em água e esta classe de poluentes está enquadrada na lista prioritária de contaminantes orgânicos persistentes. O presente trabalho traz informações sobre o efeito do naftaleno em ensaios ecotoxicológicos com quatro diferentes grupos de organismos aquáticos. Ensaios crônicos com a microalga marinha Dunaliella tertiolecta e com ouriço-do-mar Lytechinus variegatus, ensaios crônicos e agudos com o copépodo estuarino bentônico Nitokra sp e ensaios agudos com o anfípodo estuarino Leptocherius plumulosus. Na avaliação do efeito crônico, o valor médio da CI(I)50-96h encontrada para microalga marinha foi de 29,01 mg.L-1 e o valor médio da CE(I)50-24h para ouriço-do-mar foi de 0,30 mg.L-1. Para o copépodo, os ensaios crônicos tiveram os valores de 0,19 mg.L-1 para CENO(I) e 0,40 mg.L-1 para CEO(I). Nos ensaios agudos, este mesmo organismo apresentou uma média de CL(I)50-96h em 13,4 mg.L-1 e a média da CL(I)50-96h para o anfípodo estuarino foi de 2,38 mg.L-1. Estes resultados evidenciam potenciais de efeito para diferentes classes de organismos aquáticos e poderão auxiliar nas avaliações ambientais, quando houver limites disponíveis e diretrizes que estabeleçam condições e padrões de lançamento de efluentes nos corpos de água no Brasil.