Competitividade das exportações brasileiras de mamão, 1995 a 2008

O presente trabalho tem por objetivo avaliar o comportamento das exportações brasileiras de mamão, bem como analisar se as exportações do produto estão sendo orientadas para a União Europeia e o Tratado Americano de Livre Comércio (Nafta). São utilizados na análise o período de 1995 a 2008 e sua div...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Silva, Fernanda Aparecida, Gomes, Marília F. Maciel, Coronel, Daniel Arruda, Gomes, Marco Túlio M.
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2012
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Viçosa (UFV)
Repositorio:LOCUS Repositório Institucional da UFV
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:locus.ufv.br:123456789/34489
Acceso en línea:https://locus.ufv.br/handle/123456789/34489
https://doi.org/10.25070/rea.v9i3.192
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Mamão
Competitividade
Comércio internacional
Papaya
Competitiveness
World trade
Descripción
Sumario:O presente trabalho tem por objetivo avaliar o comportamento das exportações brasileiras de mamão, bem como analisar se as exportações do produto estão sendo orientadas para a União Europeia e o Tratado Americano de Livre Comércio (Nafta). São utilizados na análise o período de 1995 a 2008 e sua divisão em dois subperíodos: 995/1998 a 1999/2001 e 1999/2001 a 2002/2008. O procedimento de análise baseia-seno modelo Constant-Market-Share, no Índice de Orientação Regional (IOR) e no Índice de Cobertura (IC). Os resultados encontrados mostram que o efeito que mais contribuiu para o desempenho das exportações brasileiras de mamão, no período I, foi a competitividade, impulsionada pela estabilidade da economia, desvalorização cambial, variáveis internas e programas do governo. Já no período II, o crescimento do comércio mundial foi o maior representante, seguido pelo efeito destino das exportações. A análise do Índice de Orientação Regional indicou que as exportações de mamão estão mais orientadas para a União Europeia do que para o Nafta. Por fim, por meio do Índice de Cobertura, ficou constatado que o bloco norte-americano emitiu um número maior de notificações ao mamão brasileiro em relação ao bloco europeu.