Doença hemolítica do recém-nascido desenvolvida por incompatibilidade sanguínea pelo antígeno Kell

As reações que envolvem incompatibilidade sanguínea por fatores ABO e Rh já são conhecidas. Além desses fatores, outros antígenos causam a ativação do sistema imune. O antígeno Kell é o segundo mais imunogênico, sendo um dos grandes fatores na aloimunização materna. Esse trabalho teve como objetivo...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Melo, Ana Flavia Araújo de, Silva, Felipe Santana, Batista, Gustavo Bartholo, Sales, Isabela Braz, Silva, Luanna Rios e, Rojas Haro, Marcelo dos Santos, Oliveira, Adriano dos Santos
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2021
País:Brasil
Recursos:Universidade Cruzeiro do Sul (UNICSUL)
Repositorio:Repositório Institucional da Universidade Cruzeiro do Sul
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.cruzeirodosul.edu.br:123456789/3183
Acesso em linha:https://repositorio.cruzeirodosul.edu.br/handle/123456789/3183
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:CNPQ::CIENCIAS BIOLOGICAS
Aloimunização
Eritroblastose fetal
Antígeno eritrocitário
Descrição
Resumo:As reações que envolvem incompatibilidade sanguínea por fatores ABO e Rh já são conhecidas. Além desses fatores, outros antígenos causam a ativação do sistema imune. O antígeno Kell é o segundo mais imunogênico, sendo um dos grandes fatores na aloimunização materna. Esse trabalho teve como objetivo elucidar as principais causas da doença hemolítica do recém-nascido pela incompatibilidade ao gene Kell, onde a aloimunização pelo Kell vai constantemente atacar o feto e a principal questão para evitar a aloimunização é o acompanhamento pré-natal. A doença hemolítica é causada principalmente por anticorpos do tipo IgG, esses cruzam a barreira placentária e reagem aos antígenos eritrocitários, atacando imunologicamente as células, causando anemia fetal por hemólise celular. A aloimunização por anti-Kell ataca os precursores de eritrócitos gerando uma anemia com baixos níveis de bilirrubina, podendo se tornar um dos piores prognósticos, quando não identificado previamente, o risco eleva quando não tratado, pois, a supressão continua da eritropoiese pode levar a morte. O estudo do gene Kell e da sua expressão é de grande importância para a medicina, uma vez que entendendo a doença e suas causas, podemos desenvolver formas de tratamento, assim evitando aumento na mortalidade neonatal.