Eleição de dirigente escolar: a democracia em questão – um estudo de caso do Colégio Agrícola Dom Agostinho IKAS - CODAI/UFRPE
Esta dissertação trata de uma pesquisa realizada junto à comunidade escolar do Colégio Agrícola Dom Agostinho Ikas–Codai, escola vinculada à Universidade Federal Rural de Pernambuco-UFRPE, localizado no município de São Lourenço da Mata - PE, área metropolitana do Grande Recife. Através do ponto de...
| Author: | |
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| Format: | master thesis |
| Status: | Published version |
| Publication Date: | 2016 |
| Country: | Brasil |
| Institution: | Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) |
| Repository: | Repositório Institucional da UFRRJ |
| Language: | Portuguese |
| OAI Identifier: | oai:rima.ufrrj.br:20.500.14407/12845 |
| Online Access: | https://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/12845 |
| Access Level: | Open access |
| Keyword: | Democratic Management Participation School Director election Gestão Democrática Participação Eleição de Dirigente Escolar Educação |
| Summary: | Esta dissertação trata de uma pesquisa realizada junto à comunidade escolar do Colégio Agrícola Dom Agostinho Ikas–Codai, escola vinculada à Universidade Federal Rural de Pernambuco-UFRPE, localizado no município de São Lourenço da Mata - PE, área metropolitana do Grande Recife. Através do ponto de vista de uma amostra de: gestores, docentes, técnicos administrativos, discentes e pais e/ou responsáveis, propusemo-nos saber como vem sendo construída uma gestão participativa e democrática no Codai em um processo específico: o processo de escolha do dirigente máximo da instituição. Mostramos que os agentes sociais (gestores, servidores, discentes e pais) sabem da importância da participação, afirmam seus direitos de cidadão, e defendem a democracia. Para além desta comprovação, o que este estudo evidenciou é que a comunidade escolar mantém viva a democracia, quando, em suas várias demandas, reclama por direitos que não estariam sendo observados no CODAI, seja no processo eleitoral, seja no Estatuto/Regulamento, seja na obediência à legislação. O resultado a que chegamos revela que os atores sociais afirmam suas diferenças, fazem demandas no sentido de ampliar seus próprios direitos, mostrando que o processo democrático, por sua própria natureza, é inconcluso, sempre comportando algum grau de exclusão. O que não conseguimos investigar é se os atores em questão têm conhecimento teórico ou intuitivo de que o processo democrático não é, e nem pode pretender ser, absolutamente inclusivo. |
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