Quebrando o espelho do racismo: um estudo de caso sobre a construção identitária de meninas negras na escola
O artigo analisa as influências do racismo em uma escola pública municipal de Belo horizonte sobre a construção da identidade e da imagem de 6 meninas negras com idades entre 12 e 15 anos. A pesquisa se baseou em um estudo de caso, apoiado em entrevistas individuais semiestruturadas com as participa...
| Autores: | , , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2023 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFMG |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufmg.br:1843/80501 |
| Acceso en línea: | https://doi.org/10.12957/teias.2023.64699 http://hdl.handle.net/1843/80501 https://orcid.org/0000-0003-1033-4453 https://orcid.org/0000-0003-2704-3652 https://orcid.org/0000-0002-6489-5208 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Relações étnico-raciais Identidade Meninas negras Escola Relações etnicas Relações raciais Nagras Racismo |
| Sumario: | O artigo analisa as influências do racismo em uma escola pública municipal de Belo horizonte sobre a construção da identidade e da imagem de 6 meninas negras com idades entre 12 e 15 anos. A pesquisa se baseou em um estudo de caso, apoiado em entrevistas individuais semiestruturadas com as participantes e uma metodologia específica, do tipo oficina pedagógica, nomeada “O Meu Reflexo no Espelho”. O trabalho fez uso de conceitos dos campos da Sociologia da Educação e dos Estudos Étnico-Raciais. Foi identificado que os eixos interseccionais atravessam os corpos dessas meninas as oprimindo por sua raça, classe e gênero. Em contrapartida, argumenta-se que, apesar de o racismo ser estruturante na sociedade brasileira, possibilidades de “quebras” nessa estrutura podem contribuir para a construção positiva da identidade e da imagem dessas meninas negras. Baseadas em uma construção histórica, posturas políticas como as identificadas na pesquisa vêm mudando a forma pela qual o/a negro/a brasileiro se vê e se mostra ao mundo. |
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