AS ÚLTIMAS PALAVRAS DE PAULO FREIRE: MUNDANEIDADE E TRANSCENDENTALIDADE
Se a primeira impressão é a que fica, as últimas palavras proferidas, enquanto peregrinamos por este mundo, marcam profundamente a vida das pessoas e expressam o que vai no mais profundo do nosso ser. A última entrevista concedida por Paulo Freire, que aconteceu 15 dias antes de sua morte, acaba sen...
| Autores: | , |
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| Tipo de documento: | artigo |
| Estado: | Versão publicada |
| Data de publicação: | 2021 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO) |
| Repositório: | Caminhos (Goiânia. Online) |
| Idioma: | português |
| OAI Identifier: | oai:ojs2.seer.pucgoias.edu.br:article/9147 |
| Acesso em linha: | https://seer.pucgoias.edu.br/index.php/caminhos/article/view/9147 |
| Access Level: | Acceso aberto |
| Palavra-chave: | Pedagogia Religião Mundaneidade Transcendentalidade. |
| Resumo: | Se a primeira impressão é a que fica, as últimas palavras proferidas, enquanto peregrinamos por este mundo, marcam profundamente a vida das pessoas e expressam o que vai no mais profundo do nosso ser. A última entrevista concedida por Paulo Freire, que aconteceu 15 dias antes de sua morte, acaba sendo de fundamental importância para análise do que Freire realmente pensava a respeito da vida e da morte, da realidade mundo aquém e da esperança do mundo além. Mundaneidade e transcendentalidade foram suas duas últimas palavras e é a partir destas duas palavras, que representam duas categorias de Paulo Freire é que este artigo busca identificar a relação da educação e da religião na vida e no pensamento deste que é o mais premiado educador que o Brasil já conheceu. |
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