O compartilhamento de artigos científicos nos repositórios institucionais portugueses e brasileiros: com a voz os gestores

Esta pesquisa tem como objetivo apresentar a percepção dos gerentes de repositórios institucionais (RIs) em relação ao autoarquivamento e ao índice de compartilhamento de artigos pelos autores através de RIs no Brasil e em Portugal. O corpus da pesquisa foi selecionado com base nas informações dispo...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Veiga, Viviane Santos de Oliveira, Macena, Luis Guilherme Gomes de, Silva, Cícera Henrique da, Borges, Maria Manuel
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2017
País:Brasil
Institución:Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários, Cientistas da Informação e Instituições (FEBAB)
Repositorio:RBBD. Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.rbbd.febab.org.br:article/955
Acceso en línea:https://rbbd.febab.org.br/rbbd/article/view/955
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Acesso aberto ao conhecimento
Autoarquivamento
Repositório Institucional
Compartilhamento de informação em acesso aberto.
Descripción
Sumario:Esta pesquisa tem como objetivo apresentar a percepção dos gerentes de repositórios institucionais (RIs) em relação ao autoarquivamento e ao índice de compartilhamento de artigos pelos autores através de RIs no Brasil e em Portugal. O corpus da pesquisa foi selecionado com base nas informações disponíveis no OpenDOAR e no RCAAP. Um questionário eletrônico semi-estruturado foi utilizado como ferramenta de coleta de dados e enviado para 47 RIs em Portugal e 43 RIs no Brasil. Obteve-se o retorno de 27 questionários de Portugal e 25 do Brasil. Verificou-se que apenas 19% dos RIs portugueses e 36% dos RIs brasileiros não possuem permissão para o auto-arquivamento ativado no sistema. Nos RIs brasileiros, 75% dos gestores relataram que menos de 5% do material foi depositado via autoarquivamento. Nos RIs portugueses, 27% dos gestores relataram que isso acontece entre 91% a 100%. A maioria dos gerentes brasileiros (86%) e portugueses (60%) que não permitem o autoarquivamento no sistema acredita que, mesmo que isso tenha sido permitido, os pesquisadores não estariam interessados nessa tarefa. Conclui-se que os RIs portugueses tornam mais viável o autoarquivamento do que os RIs brasileiros, e é necessário investir no treinamento dos administradores de RI e da equipe de bibliotecários.