Caracterização da diversidade genética das regiões regulatórias e codificantes do gene SLC24A5 e associações com fenótipos de pigmentação humana em amostra da população brasileira
A Fenotipagem Forense por DNA é uma metodologia que busca identificar características externas visíveis de indivíduo desconhecido a partir do material biológico encontrado em uma cena de crime, sendo possível afunilar a lista de suspeitos em uma investigação. O fenótipo mais visível e estudado para...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2019 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-09102019-153110 |
| Acceso en línea: | http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/59/59138/tde-09102019-153110/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Fenotipagem Forense por DNA Forensic DNA Phenotyping Forensic genetics Genética forense Pigmentação Pigmentation SLC24A5 |
| Sumario: | A Fenotipagem Forense por DNA é uma metodologia que busca identificar características externas visíveis de indivíduo desconhecido a partir do material biológico encontrado em uma cena de crime, sendo possível afunilar a lista de suspeitos em uma investigação. O fenótipo mais visível e estudado para este fim são os fenótipos de pigmentação, ou seja, a cor da pele, dos olhos e dos cabelos. Assim, torna-se necessário o estudo de genes envolvidos na via de produção de melanina, a melonogênese, a fim de identificar marcadores genéticos que possam ser empregados para fins de predição. O gene SLC24A5 está envolvido neste processo pela produção da proteína NCKX5. Esta proteína encontra-se na membrana de melanossomos e atua como um trocador iônico de sódio e cálcio dependente de potássio. Desta forma, é possível controlar o pH no interior desta célula, o que interfere no tipo e quantidade de melanina produzida, feomelanina (que gera tonalidade amarela a vermelha) ou eumelanina (que gera tonalidade marrom a preta). Adicionalmente, este gene possui mutações relacionadas ao albinismo oculocutâneo 6 (OCA6), causador de hipopigmentação na pele, nos olhos e no cabelo, podendo causar também estrabismo e fotofobia. Este trabalho buscou encontrar sítios de variação presentes em uma população amostrada na região de Ribeirão Preto que estejam associados a fenótipos de pigmentação, procurando entender ainda a causa de tal associação a partir da interação com Fatores de Transcrição (TFs) e miRNAs, bem como pela alteração da sequência primária da proteína traduzida. Foram encontrados 65 sítios de variação na amostra populacional, 13 dos quais tiveram seus alelos ou genótipos associados a algum fenótipo de pigmentação. Dentre eles, apenas um está presente na região codificante, o SNP rs1426654 já extensamente associado a fenótipos de pigmentação e conhecido como Ala111Thr, cuja mutação causa alteração na proteína produzida. Além disso, foram encontrados quatro sítios de variação na região promotora associados a fenótipos de pigmentação. Para três deles foi possível encontrar TFs com maior afinidade pelo alelo associado a fenótipos escuros do sítio em questão. Em relação aos haplótipos, foram encontrados 39 na região de Ribeirão Preto e sete foram associados a fenótipos de pigmentação que confirmam as associações encontradas para alelos e genótipos. Os resultados deste estudo demonstram a importância deste gene e de seus sítios de variação, particularmente na região promotora, para estudos de fenótipos de pigmentação |
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