Por uma política orgânica: críticas às estruturas governamentais brasileiras na obra de Alberto Torres
Os debates críticos sobre os problemas político-sociais se intensificaram a partir da segunda metade do século XIX. Formaram-se três tendências historiográficas: a primeira responsabilizou a cultura, o clima e a miscigenação racial, apesar de considerar nesses aspectos alguma riqueza, como fatores d...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2011 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande (FURG) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da FURG (RI FURG) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.furg.br:1/3262 |
| Acceso en línea: | http://repositorio.furg.br/handle/1/3262 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Autoritarismo Política Alberto Torres Autoritarisme Politique |
| Sumario: | Os debates críticos sobre os problemas político-sociais se intensificaram a partir da segunda metade do século XIX. Formaram-se três tendências historiográficas: a primeira responsabilizou a cultura, o clima e a miscigenação racial, apesar de considerar nesses aspectos alguma riqueza, como fatores da fraqueza e atraso brasileiro; a segunda via na fragmentação cultural os problemas do Estado e propôs a exaltação nacional como meio de unificação dos espíritos; enquanto a terceira atribuiu tais questões à ineficiência das estruturas administrativas e falência da política brasileira. Nessa perspectiva, apresentaremos neste artigo nossa análise de “O Governo e a Política”, segunda parte da obra de Alberto Torres, publicada em 1915. Nosso foco é perceber suas críticas às estruturas governamentais brasileiras e, da mesma forma, sua proposta e concepção de política orgânica. |
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