Posthumous memories of a changing category: the formalization of nonformal work activities

As sociedades que se estruturam tendo a venda e a compra do trabalho como dimensão central da vida social encontram-se em crise. O mercado de trabalho não é, nem pode ser, o único espaço de alocação do trabalho social sob pena de que a atividade produtora de valores de uso, reprodutora da identidade...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: de Siqueira, Euler David
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2011
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Lavras (UFLA)
Repositorio:Organizações Rurais & Agroindustriais (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.revista.dae.ufla.br:article/221
Acceso en línea:https://www.revista.dae.ufla.br/index.php/ora/article/view/221
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:formal work
non-formal work
non-formalizing processes
state power crisis
tertiary sector
trabajo formal
trabajo informal
procesos de informalización
crisis de poder estatal
sector terciario
trabalho formal
trabalho informal
processos de informalização
crise do pode estatal
setor terciário
Descripción
Sumario:As sociedades que se estruturam tendo a venda e a compra do trabalho como dimensão central da vida social encontram-se em crise. O mercado de trabalho não é, nem pode ser, o único espaço de alocação do trabalho social sob pena de que a atividade produtora de valores de uso, reprodutora da identidade cultural e social, organizada segundo princípios outros que não os da valorização do capital, sucumba, implodindo a própria estrutura da sociedade. O crescimento do trabalho informal não é senão apenas um dos sinais mais explícitos do próprio funcionamento da atividade produtora de valor de troca quando submete e modela o trabalho antes formal agora sob uma nova forma. O trabalho informal, tornado visível por teorias que o identificavam como um conjunto de relações arcaicas ou produzidas por atores sociais irracionais, fadadas a desaparecer, é ele mesmo provocado e tornado modelo de referencia a toda a forma de trabalho. O trabalho formal perde espaço e centralidade diante das inúmeras reformas trabalhistas em todo o mundo, assumindo contornos informais mas que visam tornarem-se formais. Em suma, o trabalho formal é substituído pelo trabalho informal que é o resultado dos próprios agentes econômicos racionais que instauram estratégias de fuga do quadro regulatório estatal.