Telejornalismo popular e sensacionalismo no programa Balanço Geral
Pela primeira vez em décadas, a RBS TV tem sido ameaçada nos índices de audiência no Rio Grande do Sul. Embora ainda mantenha sua liderança consolidada, vê o crescimento periódico da TV Record desde que esta se instalou no Estado, em julho de 2007. A característica do trabalho da Record tem sido com...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2010 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/24097 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10183/24097 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Telejornalismo Jornalismo popular Balanço Geral RS (Programa de televisão) TV news programs Popular news Identities Imageries Local TV news programs |
| Sumario: | Pela primeira vez em décadas, a RBS TV tem sido ameaçada nos índices de audiência no Rio Grande do Sul. Embora ainda mantenha sua liderança consolidada, vê o crescimento periódico da TV Record desde que esta se instalou no Estado, em julho de 2007. A característica do trabalho da Record tem sido combater a líder através de uma programação popular, que se reflete também em seu telejornalismo local. Este trabalho propõe uma reflexão a respeito do Balanço Geral, principal programa do gênero dentro da programação da emissora, e tentar compreender os motivos de seu sucesso, que o leva, por vezes, a empatar e até mesmo ultrapassar a emissora hegemônica, algo incomum nas últimas quatro décadas. Analisaremos o programa através de uma análise de conteúdo de quatro edições, que levará em conta dados como fontes utilizadas nas matérias, o imaginário urbano representado no programa, os locais onde os fatos que viram notícia acontecem e os comentários feitos pelo apresentador Alexandre Mota, ícone dentro desta nova proposta da Record, antes e após a exibição do conteúdo jornalístico, para tentar compreender como ele se aproxima e se identifica com seu público, formado majoritariamente por cidadãos das classes C, D e E da capital gaúcha e arredores. |
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