A República de Riobaldo : metafísica platônica no Grande sertão

O presente artigo analisa o romance Grande Sertão: Veredas, de João Guimarães Rosa, e a República, de Platão, para promover um diálogo entre a “cidade da religião” e a kallipolis, a “bela cidade”, ambas discursivamente construídas pelos personagens Riobaldo, protagonista do romance de Rosa, e Sócrat...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Mapurunga, Marcela Macedo Diniz, Cornelli, Gabriele
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2019
País:Brasil
Institución:Universidade de Brasília (UnB)
Repositorio:Repositório Institucional da UnB
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.unb.br:10482/36172
Acceso en línea:https://repositorio.unb.br/handle/10482/36172
https://orcid.org/0000-0002-4425-9503
https://orcid.org/0000-0002-5588-7898
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Rosa, João Guimarães, 1908-1967. Grande Sertão : Veredas
Platão
Literatura
Filosofia
Descripción
Sumario:O presente artigo analisa o romance Grande Sertão: Veredas, de João Guimarães Rosa, e a República, de Platão, para promover um diálogo entre a “cidade da religião” e a kallipolis, a “bela cidade”, ambas discursivamente construídas pelos personagens Riobaldo, protagonista do romance de Rosa, e Sócrates, figura central do diálogo platônico; com o intuito de refletir sobre a necessidade urgente de um “novo homem” e uma “nova sociedade”, expressas por essas duas importantes obras. Ambas revelam uma tensão dramática: o sertão e a polis encontram-se em estado de confusão e injustiça e é preciso imaginar um outro lugar em que seja possível para o homem cuidar de sua alma.