Filogeografia da baleia-bicuda-de-Cuvier, Ziphius cavirostris (Odontoce-ti: Ziphiidae)
A baleia-bicuda-de-Cuvier, Ziphius cavirostris, é a espécie de Ziphiidae mais estudada, principalmente devido a sua extensa distribuição. É conhecida como o cetáceo que mergulha a maiores profundidades pelo maior período de tempo, e por encalhes associados a exposição a exercícios militares e sonare...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2022 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UERJ |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.bdtd.uerj.br:1/20379 |
| Acceso en línea: | http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/20379 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Cetacean Phylogegraphy Diversity Baleias - Distribuição geográfica Cetáceos Ziphiidae Filogeografia Diversidade CIENCIAS BIOLOGICAS::GENETICA::GENETICA ANIMAL |
| Sumario: | A baleia-bicuda-de-Cuvier, Ziphius cavirostris, é a espécie de Ziphiidae mais estudada, principalmente devido a sua extensa distribuição. É conhecida como o cetáceo que mergulha a maiores profundidades pelo maior período de tempo, e por encalhes associados a exposição a exercícios militares e sonares de média frequência. Grande parte dos estudos realizados está relacionada a compreender os mecanismos por trás desse comportamento e os impactos antropogênicos na espécie. Ainda há poucas informações quando a sua diversidade genética. As informações disponíveis são conflitantes e sugerem novos estudos para confirmar as hipóteses levantadas. No Brasil, apesar do significativo número de encalhes, os estudos realizados se limitam a descrever os indivíduos encontrados. Nenhuma análise populacional foi realizada e não há nenhum dado sobre diversidade regional da espécie. O presente estudo obteve as primeiras sequências da região controle do DNA mito-condrial da espécie no Brasil e realiza a análise populacional mais abrangente até então, incluindo sequências novas e previamente publicadas das regiões do Atlântico Norte, Pacífico Norte e Indo-Pacífico. As novas sequências brasileiras, apesar de geograficamente mais próximas do Atlântico Norte, compartilham haplótipos mais frequentes no Hemisfério Sul. Ao contrário do observado anteriormente, a maior diversidade genética foi observada dentro das bacias oceânicas (55,35 %; FST = 0,44648) e nenhum grupo de haplótipos foi observado. Apesar de análises par-a-par indicarem significativa diferenciação entre as bacias oceânicas, o número de sequências disponíveis para os Oceanos Atlântico Sul e Índico são muito reduzidos e não nos permitem chegar a conclusões quanto a estruturação populacional da espécie. |
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