Máquina de moer gente : branquitude, descartabilidade e genocídio

Desde a psicologia social pós-estruturalista, neste artigo aproximamos os pensamentos de Michel Foucault,Giorgio Agamben e Walter Benjamin com o objetivo de problematizarasrelações entre neoliberalismoe escatologia que estãopresentes na atualidade política brasileira fundada na branquitude e no raci...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Galeano, Giovana Barbieri, Guareschi, Neuza Maria de Fátima
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2023
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Repositório Institucional da UFRGS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/280940
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/10183/280940
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Branquitude
Necropolítica
COVID-19
Whiteness
Neoliberalism
Necrobiopower
Blanquitud
Neoliberalismo
Necrobiopoder
Descripción
Sumario:Desde a psicologia social pós-estruturalista, neste artigo aproximamos os pensamentos de Michel Foucault,Giorgio Agamben e Walter Benjamin com o objetivo de problematizarasrelações entre neoliberalismoe escatologia que estãopresentes na atualidade política brasileira fundada na branquitude e no racismo estrutural. O períodopandêmico nos serve de contexto para analisar como a ideia de crise agencia e estendeno tempo a possibilidade de que práticas de exceção exponham a vida à morte. A máquina de moer gente da qual falamos é constituída, fundamentalmente,nas lógicas de qualificação e hierarquização das existências, produção de condições de vulnerabilidadee intensificação da precarização daspossibilidades devida.