Liquidez e Zeragem Automática: Crítica da Crítica
Este artigo retoma o debate sobre a “zeragem automática” e o controle monetário no Brasil, iniciado com o artigo de Affonso Celso Pastore, “A reforma monetária do Plano Collor”. Para tanto, realiza uma crítica, a partir de uma perspectiva pós-keynesiana, aos argumentos desenvolvidos nesta Revista p...
| Autor: | |
|---|---|
| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2021 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Estudos Econômicos (São Paulo) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/116800 |
| Acceso en línea: | https://www.revistas.usp.br/ee/article/view/116800 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | monetary policy open market operations monetary passiveness Brazilian economy política monetária operações de mercado aberto passividade monetária economia brasileira |
| Sumario: | Este artigo retoma o debate sobre a “zeragem automática” e o controle monetário no Brasil, iniciado com o artigo de Affonso Celso Pastore, “A reforma monetária do Plano Collor”. Para tanto, realiza uma crítica, a partir de uma perspectiva pós-keynesiana, aos argumentos desenvolvidos nesta Revista por Valdir Ramalho, em sua crítica à Pastore, em dois aspectos: (1) a abordagem horizontalista implícita em sua análise e (2) os equívocos derivados de confundir o mecanismo de zeragem automática com operações normais de política monetária em condições de baixa inflação. O artigo discute a relação entre zeragem automática e controle monetário no contexto do debate verticalismo versus horizantalismo e mostra que tal mecanismo não é um instrumento moderno de política monetária dos Bancos Centrais, mas sim o resultado de uma circunstância específica de gestão monetária em condições de alta inflação no Brasil. |
|---|