Taxa de performance e os fundos multimercados brasileiros

Este estudo analisa o desempenho e o risco incorrido pelos fundos multimercado brasileiros que cobram taxa de performance vis-à-vis àqueles que não cobram. Testamos a hipótese de que, para se ter maiores retornos, os gestores que cobram performance assumem maiores riscos. Nossa análise é baseada em...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Gonzaga, Laura Vicente Lemos
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2016
País:Brasil
Institución:Fundação Getulio Vargas (FGV)
Repositorio:Repositório Institucional do FGV (FGV Repositório Digital)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.fgv.br:10438/17444
Acceso en línea:https://hdl.handle.net/10438/17444
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Fundos de investimento
Multimercado
Taxa de performance
Risco
Análise de estilo
Investments funds
Hedge funds
Performance fee
Risk
Style analysis
Economia
Ações (Finanças)
Risco (Economia)
Descripción
Sumario:Este estudo analisa o desempenho e o risco incorrido pelos fundos multimercado brasileiros que cobram taxa de performance vis-à-vis àqueles que não cobram. Testamos a hipótese de que, para se ter maiores retornos, os gestores que cobram performance assumem maiores riscos. Nossa análise é baseada em aproximadamente 820 mil retornos diários, e incluiu 545 fundos operando no período pós-crise financeira (2010 a 2015). Surpreendentemente, os resultados encontrados apontam, de forma robusta, que os fundos que cobram taxa de performance tendem a apresentar (i) menor risco, (ii) maior retorno e (iii) menor alongamento da carteira. Oferecemos algumas possíveis explicações para essa evidência empírica.