Inseminação artificial com sêmen congelado em cães
A inseminação artificial (IA) utilizando sêmen congelado é uma ferramenta importante na reprodução de cães, visa o melhoramento genético e melhor aproveitamento do reprodutor. Além disso, a melhor metodologia para avaliar o potencial fecundante de uma amostra de sêmen é o teste in vivo. Por isso, os...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2008 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UNESP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unesp.br:11449/105987 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/11449/105987 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Cão - Reprodução Inseminação artificial Artificial insemination Frozen semen |
| Sumario: | A inseminação artificial (IA) utilizando sêmen congelado é uma ferramenta importante na reprodução de cães, visa o melhoramento genético e melhor aproveitamento do reprodutor. Além disso, a melhor metodologia para avaliar o potencial fecundante de uma amostra de sêmen é o teste in vivo. Por isso, os objetivos deste trabalho foram determinar a taxa de gestação de cadelas, utilizando sêmen congelado em meio diluente TRIS/OEP/Frutose/8%Glicerol, e comparar duas técnicas de IA: intra-uterina, por laparotomia e intravaginal. O sêmen foi colhido de um único macho, por manipulação digital do pênis e analisado, imediatamente, após a colheita e após a descongelação a 70°C, por 8 segundos. A cinética do movimento foi verificada pelo CASA (Computer Assisted Semen Analyzer), e a integridade das membranas por: sondas fluorescentes (iodeto de propídio e carboxifluoresceína), pelo teste supra vital com a coloração de eosina, e pela associação de sondas (iodeto de propídio, JC-1 e FITC-PSA). A morfologia espermática foi avaliada por meio de esfregaços corados com Karras. A congelação do sêmen foi realizada pelo método descrito por Chirinéa et al. (2006). As fêmeas foram monitoradas desde o início da fase do proestro utilizando a citologia vaginal seriada e a dosagem de progesterona sérica, a cada 48 horas. Para as inseminações, as cadelas foram divididas em dois grupos: Grupo 1 (n=6) inseminadas uma única vez, via intra-uterina, por laparotomia, com uma dose inseminante de 160 x 106 espermatozóides/2mL; e Grupo 2 (n=6) inseminadas duas vezes, via intravaginal com uma dose inseminante de 160 x 106 espermatozóides/2 mL por inseminação. Os resultados das análises do sêmen pré e pós-descongelação não apresentaram diferenças significativas, com exceção da morfologia espermática e da associação de sondas fluorescentes... |
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