Experiências etnográficas: Uma entrevista com Frederick Erickson

Durante o 19º “Fórum Anual de Pesquisa em Etnografia em Educação” (1998), o professor Frederick Frederick Erickson , destacado estudioso da etnografia em educação, foi entrevistado por uma equipe de pesquisadores liderada pela professora Carmen Lúcia Guimarães de Carmen de Mattos e a autora deste te...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Paolillo, Vera Anselmi Melis
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2024
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Maranhão (UFMA)
Repositorio:Cadernos de Pesquisa (Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação, Universidade Federal do Maranhão. Online)
Idioma:portugués
inglés
OAI Identifier:oai:ojs2.periodicoseletronicos.ufma.br:article/23692
Acceso en línea:https://periodicoseletronicos.ufma.br/index.php/cadernosdepesquisa/article/view/23692
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Frederick Erickson
ethnography
interview
qualitative research
etnografia
entrevista
investigación cualitativa
pesquisa qualitativa
Descripción
Sumario:Durante o 19º “Fórum Anual de Pesquisa em Etnografia em Educação” (1998), o professor Frederick Frederick Erickson , destacado estudioso da etnografia em educação, foi entrevistado por uma equipe de pesquisadores liderada pela professora Carmen Lúcia Guimarães de Carmen de Mattos e a autora deste texto. O evento aconteceu na Universidade da Pensilvânia e foi gravado pela ex-aluna de graduação, hoje professora da UERJ, professora Cleonice Puggian. A entrevista, datada de 25 anos, serve como exemplo da pesquisa etnográfica e suas distinções de outros métodos qualitativos de pesquisa. Este tema é sempreapreciado por aqueles que são conhecedores do campo da etnografia. Frederick Erickson discute como os etnógrafos experimentam várias maneiras pelas quais as pessoas descrevem as experiências humanas, valendo-se de linguagem simples e conhecimento sociológico para explorar a transição da aplicação prática para o conhecimento acadêmico na pesquisa. Espera-se que a leitura desta entrevista esclareça muitas incertezas em torno do “ser e fazer etnográfico”.