O estudo da coordenação na Língua Brasileira de Sinais: aspectos sintáticos e semânticos em análise
Esta pesquisa tem como objetivo realizar uma investigação sobre as orações complexas coordenadas na língua brasileira de sinais (libras). Tendo em vista dados espontâneos coletados do Corpus de Libras da Universidade Federal de Santa Catarina e do minicórpus do Grupo de Pesquisa em Línguas de Sinais...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2025 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UNESP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unesp.br:11449/312485 |
| Acceso en línea: | https://hdl.handle.net/11449/312485 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Língua de sinais Língua Brasileira de Sinais Análise linguística Sintaxe Sign languages Brazilian sign language Coordination Coordinated conjunction |
| Sumario: | Esta pesquisa tem como objetivo realizar uma investigação sobre as orações complexas coordenadas na língua brasileira de sinais (libras). Tendo em vista dados espontâneos coletados do Corpus de Libras da Universidade Federal de Santa Catarina e do minicórpus do Grupo de Pesquisa em Línguas de Sinais da Unesp (SingL), analisamos como as relações coordenativas de adição, disjunção e contrajunção são expressas, considerando aspectos sintáticos, relativos à presença ou não de conjunção, também (adição), ou (disjunção) e mas (contrajunção), aspectos prosódicos, relativos ao uso de marcadores não-manuais (MNM) e aspectos semânticos, relacionados à construção de sentido nas sentenças coordenadas. Nosso arcabouço teórico parte principalmente de pesquisas sobre a libras (Silva, 2019; Rodrigues, 2022; Quadros, 2004; Quadros et al., 2023) e em outras línguas de sinais, como a Língua de Sinais Americana e a Língua de Sinais Catalã (Liddell, 2003; Davidson, 2013; Pfau, 2016; Zorzi, 2018) e de estudos sobre a coordenação nas línguas orais (Haspelmath, 2004), sobretudo do português (Neves, 2000; Pezatti; Longhin-Thomazi, 2008; Castilho, 2016). Nossa metodologia consiste no levantamento das frequências type e token (Bybee, 2003) dos três tipos oracionais em análise, com a comparação dos resultados encontrados na libras com outras línguas de sinais, a fim de que possamos oferecer resultados que possam se somar aos estudos descritivos da libras, em particular, e das línguas de sinais, de modo mais amplo. |
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