Descoberta versus Justificativa: a Sociologia e a Filosofia do conhecimento científico na primeira metade do Século XX
Até meados da primeira metade do século XX, as narrativas históricas sobre o desenvolvimento científico dividiram-se conforme as distintas ênfases dadas aos seus objetos. De acordo com essa divisão, poder-se-ia denominar as narrativas de “internas” (I) ou de “externas” (E). Nesse trabalho, procuro d...
| Autor: | |
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| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2014 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal de Goiás (UFG) |
| Repositorio: | Revista de Teoria da História |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.revistas.ufg.br:article/28469 |
| Acesso em linha: | https://revistas.ufg.br/teoria/article/view/28469 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Internalismo externalismo justificativa descoberta |
| Resumo: | Até meados da primeira metade do século XX, as narrativas históricas sobre o desenvolvimento científico dividiram-se conforme as distintas ênfases dadas aos seus objetos. De acordo com essa divisão, poder-se-ia denominar as narrativas de “internas” (I) ou de “externas” (E). Nesse trabalho, procuro demonstrar como essa divisão (I/E) relaciona-se diretamente com as análises filosóficas e sociológicas desenvolvidas no mesmo período. Por meio da elucidação do posicionamento teórico dos principais membros do Círculo de Viena, do posicionamento de Karl Popper, de Karl Mannheim e de Robert Merton, proponho entender como se deu, primordialmente, a divisão entre Internalismo e Externalismo. Por essa via, a presente análise pretende expor o debate entre a Filosofia e a Sociologia, produzido na primeira metade do Século XX, tendo por base a divisão entre o contexto da descoberta e o contexto da justificativa. |
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