Por que Penélope menciona Helena? Relendo Odisseia, XXIII, 209-230
Que grau de complexidade podemos atribuir à caracterização de Penélope na Odisseia? Em que medida essa complexidade decorre da apresentação de uma figura cujas ações valorosas combinam-se com a insinuação de intenções dúbias? Este artigo dá continuidade ao que foi exposto em outro texto, “Penélope e...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2016 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Sociedade Brasileira de Estudos Clássicos (SBEC) |
| Repositorio: | Classica (Sociedade Brasileira de Estudos Clássicos. Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.emnuvens.com.br:article/413 |
| Acceso en línea: | https://revista.classica.org.br/classica/article/view/413 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Penélope Helena personagem Odisseia. |
| Sumario: | Que grau de complexidade podemos atribuir à caracterização de Penélope na Odisseia? Em que medida essa complexidade decorre da apresentação de uma figura cujas ações valorosas combinam-se com a insinuação de intenções dúbias? Este artigo dá continuidade ao que foi exposto em outro texto, “Penélope e a arte da indecisão na Odisseia”, no qual busquei, muito sinoticamente, abordar a atuação da esposa de Odisseu do canto I ao XXI. Aqui, abordo exclusivamente o canto XXIII, onde ocorre sua última, e talvez mais memorável, participação. Na minha leitura, a menção que Penélope faz aí a Helena, em sua conversa com Odisseu, ativa as mesmas camadas contraditórias vistas em passos anteriores, responsáveis pela riqueza de seu caráter. |
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