Avaliação histopatológica, histoenzimológica, imunohistoquímica e por imunofluorescência da resposta tecidual frente a materiais seladores, após perfuração de furca
Objetivo: Avaliar in vivo a resposta tecidual de dentes de cães após perfuração de furca e recobrimento com Biodentine™, em comparação ao MTA e à guta-percha, por meio de análise histopatológica, histoenzimológica, imunohistoquímica e por imunofluorescência. Métodos: Foram utilizados 30 de...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2018 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-23112018-101307 |
| Acceso en línea: | http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/58/58135/tde-23112018-101307/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Biodentine Furcation perforation Histopathology Histopatologia Immunofluorescence Immunohistochemistry Imunofluorescência Imunohistoquímica MTA Perfuração de furca |
| Sumario: | Objetivo: Avaliar in vivo a resposta tecidual de dentes de cães após perfuração de furca e recobrimento com Biodentine™, em comparação ao MTA e à guta-percha, por meio de análise histopatológica, histoenzimológica, imunohistoquímica e por imunofluorescência. Métodos: Foram utilizados 30 dentes de 3 cães, divididos em 3 grupos: I - Biodentine; II - MTA; e III - Guta-Percha (controle). Após tratamento endodôntico e limpeza da câmara pulpar, perfurações no centro do assoalho foram realizadas intencionalmente em cada dente, as quais foram preenchidas com os diferentes materiais. Após 120 dias, os animais foram eutanasiados e as peças contendo os dentes e tecidos perirradiculares foram submetidas ao processamento histotécnico. Foram realizadas análises histopatológicas semi-quantitativas para avaliação da neoformação de tecido mineralizado e da reinserção de fibras, além de análise imunohistoquímica das proteínas osteopontina (OPN) e fosfatase alcalina (ALP) e imunofluorescência para proteína morfogenética óssea (BMP-2), proteína de adesão do cemento (CAP), sialoproteína óssea (BSP), osteocalcina (OCN) e proteína do cemento 1 (CEMP1) no tecido mineralizado neoformado e na região adjacente. Paralelamente, foi realizada a histoenzimologia para a atividade da TRAP e contagem dos osteoclastos. Os dados foram submetidos aos testes qui-quadrado e Kruskal-Wallis, com nível de significância de 5%. Resultados: Na avaliação do tecido mineralizado neoformado, o grupo controle foi significantemente diferente dos demais grupos (p<0,0001), sendo que não houve formação de tecido mineralizado em nenhum espécime desse grupo. Nos grupos tratados com MTA e Biodentine houve formação de tecido mineralizado em 88% e 92% dos espécimes, respectivamente, sem diferença entre eles (p>0,05). Ainda, o grupo controle apresentou fibras colágenas paralelas à perfuração. Nos grupos tratados com MTA ou Biodentine também houve fibras colágenas paralelas à perfuração, porém com algumas fibras reinseridas perpendicularmente em diferentes áreas do tecido mineralizado neoformado. Todos os tratamentos induziram a expressão de OPN e ALP, porém em menor intensidade no grupo controle e em maior intensidade no grupo tratado com MTA (p<0,05). Apenas o tecido mineralizado formado após o tratamento com MTA expressou BMP-2, BSP, OCN, CAP e CEMP1. Com relação à avaliação dos osteoclastos, não foi possível encontrar diferença estatística entre os grupos (p=0,97). Conclusão: Com base nos parâmetros analisados, pôde-se concluir que o MTA e a Biodentine apresentaram resposta tecidual satisfatória, com formação de tecido mineralizado e reinserção parcial de fibras, podendo ser indicados para o selamento de perfurações de furca. Além disso, o presente estudo elucidou alguns mecanismos de ação pelo quais o MTA e a Biodentine induzem a formação do tecido mineralizado, com expressão dos marcadores da mineralização ALP e OPN, sem interferência na quantidade de osteoclastos. Apenas o MTA estimulou a expressão de proteínas associadas à formação de tecido mineralizado semelhante ao cemento |
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