Antagonismo como identificação política.
Desde o lançamento de Hegemony and socialist strategy, em 1985, a noção de antagonismo ocupa um lugar privilegiado no âmbito da teoria do discurso de Ernesto Laclau e Chantal Mouffe. Mesmo com o advento da categoria deslocamento, introduzida por Laclau em New reflections on the revolution of our tim...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2012 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Pelotas (UFPEL) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFPel - Guaiaca |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:guaiaca.ufpel.edu.br:prefix/6432 |
| Acceso en línea: | http://guaiaca.ufpel.edu.br/handle/prefix/6432 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Antagonismo Teoria do discurso Ernesto Laclau Chantal Mouffe |
| Sumario: | Desde o lançamento de Hegemony and socialist strategy, em 1985, a noção de antagonismo ocupa um lugar privilegiado no âmbito da teoria do discurso de Ernesto Laclau e Chantal Mouffe. Mesmo com o advento da categoria deslocamento, introduzida por Laclau em New reflections on the revolution of our time (1990) – a qual, como será aqui mostrada, assume papel central no empreendimento teórico como um todo –,o antagonismo mantém importância fundamental para a construção de lógicas, identidades e fronteiras políticas. .Neste trabalho, essa centralidade será contestada. Para isso, inicialmente, pretendemos, a partir de um percurso pelas principais obras de Laclau, identificar os elementos constituidores do antagonismo e confrontá-los com a leitura de seus críticos. |
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