A religião no exército brasileiro: memória e plausibilidade na identidade dos soldados da FEB a partir da experiência de guerra

O presente trabalho tem por objetivo geral analisar a presença da religião na experiência de combate e na memória dos brasileiros envolvidos na Segunda Guerra Mundial. Para tanto, são considerados o percurso do serviço de assistência espiritual no Exército brasileiro, a formação de identidades basea...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Henriques Neto, Anysio
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2011
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)
Repositorio:Repositório Institucional da UFJF
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:hermes.cpd.ufjf.br:ufjf/2147
Acceso en línea:https://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/2147
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::TEOLOGIA
Religião
Plausibilidade
Guerra
Exército brasileiro
Identidade febiana
Religion
Plausibility
Second World War
The Brazilian Army
Identity Febian
Descripción
Sumario:O presente trabalho tem por objetivo geral analisar a presença da religião na experiência de combate e na memória dos brasileiros envolvidos na Segunda Guerra Mundial. Para tanto, são considerados o percurso do serviço de assistência espiritual no Exército brasileiro, a formação de identidades baseadas nas experiências de guerra, muitas deles significadas religiosamente e por fim, a presença de símbolos religiosos e da tradição católica nos processos de construção de uma memória pública da FEB. Consideramos que os capelães da FEB, além de atuarem como mediadores espirituais entre as tropas representam também uma reconciliação institucional entre o Exército e Igreja católica. Por isso, foi necessário investigar o percurso das repartições de assistência espiritual no Exército brasileiro, com ênfase para os momentos de transformação desse serviço. Com a criação da FEB e sua participação no conflito temos a criação de identidades a partir das experiências de guerra dos soldados. Os relatos desses febianos destacam a importância do aspecto religioso na vivência dessas experiências limite e contribuem na construção de suas identidades. No pós-guerra a luta pelo reconhecimento dessas identidades leva à construção de uma memória pública da FEB, um processo seletivo que garante sentido ao passado vivido pelos soldados.