Prevalência de álcool e drogas em mortes por afogamento no Rio Grande do Sul
O afogamento é a terceira causa mais frequente de mortes por traumatismo não intencional no mundo e sabe-se que, o consumo de álcool, drogas e fármacos são considerados fatores de risco associados ao afogamento. Neste contexto, o presente estudo visou avaliar a prevalência de álcool, drogas e fármac...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2020 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFRGS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/231517 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10183/231517 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Afogamento Álcool Drogas ilícitas Preparações farmacêuticas Drowning Alcohol Illicit drugs Drugs |
| Sumario: | O afogamento é a terceira causa mais frequente de mortes por traumatismo não intencional no mundo e sabe-se que, o consumo de álcool, drogas e fármacos são considerados fatores de risco associados ao afogamento. Neste contexto, o presente estudo visou avaliar a prevalência de álcool, drogas e fármacos em vítimas fatais de afogamento no Rio Grande do Sul no ano de 2015. Dados de afogamento e de análises toxicológicas sobre álcool, drogas e fármacos foram obtidos a partir do banco de dados do Departamento Médico Legal de Porto Alegre. Foram analisados 213 casos de afogamento e o álcool esteve presente em 37,55% dos casos, já fármacos e drogas ilícitas em 12,6%. O perfil epidemiológico aponta jovens do sexo masculino como principais vítimas de afogamento. A prevalência de álcool, drogas e fármacos pode ter contribuído para mortes por afogamento. Dessa forma, campanhas de prevenção, educação e conscientização da população poderiam resultar na redução dos índices de morte por afogamento. |
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