Diversidade e distribuição de Odontoceridae (Insecta, Trichoptera) no Brasil
A família Odontoceridae (Insecta, Trichoptera) tem uma grande diversidade na região Neotropical, com 43 espécies. Dentre estas, 15 possuem registros no Brasil, sendo 13 de Marilia Müller, 1880 e as outras duas dos gêneros monotípicos Anastomoneura Huamantinco e Nessimian, 2004 e Barypenthus Burmeist...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2012 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) |
| Repositorio: | Repositório Institucional do INPA |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio:1/12454 |
| Acceso en línea: | https://repositorio.inpa.gov.br/handle/1/12454 http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4216898Z2 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Insetos aquáticos Larva Pupa Odontoceridae |
| Sumario: | A família Odontoceridae (Insecta, Trichoptera) tem uma grande diversidade na região Neotropical, com 43 espécies. Dentre estas, 15 possuem registros no Brasil, sendo 13 de Marilia Müller, 1880 e as outras duas dos gêneros monotípicos Anastomoneura Huamantinco e Nessimian, 2004 e Barypenthus Burmeister, 1939. Das espécies encontradas no Brasil, somente três estão associadas aos estágios imaturos, e a grande maioria das espécies registradas se encontram nas regiões Sul e Sudeste. Estudos taxonômicos podem evidenciar uma biodiversidade oculta de determinados grupos, bem como atualizar dados geográficos. Desta forma, este trabalho visa suprir a carência de dados taxonômicos de Odontoceridae encontrados no Brasil, com ênfase na associação de imaturos para futuros trabalhos ecológicos e de biomonitoramento, bem como nas distribuições dos odontocerídeos pelo território brasileiro, podendo servir de base para futuros trabalhos biogeográficos e/ou macroecológicos. O estudo se baseou em material depositado em coleções de várias instituições de pesquisa além de coletas adicionais para a criação de imaturos. Foram encontrados três gêneros e 23 espécies, cinco delas novas para a ciência (Marilia cabocla sp. nov., Marilia callinympha sp. nov., Marilia goiana sp. nov., Marilia hamadae sp. nov. e Marilia mulleri sp. nov), três registros novos para o Brasil (Marilia alata Flint, 1974, Marilia crea Mosely, 1949 e Marilia salta Flint, 1983) e duas espécies conhecidas associadas aos estágios imaturos (Marilia fasciculata Banks, 1913 e Marilia huamantincoae Dumas e Nessimian, 2009). Também são apresentadas chaves ilustradas de identificação de todas as espécies encontradas no Brasil, e para as larvas conhecidas no país e descritas neste trabalho. |
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