Pancreatite pós-colangiopancreatografia retrógrada endoscópica: uma revisão narrativa: Post-endoscopic retrograde cholangiopancreatography pancreatitis: narrative literature review

A pancreatite é a complicação mais frequente e, potencialmente, mais agressiva da colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (CPRE), resultando em alta morbidade, mortalidade episódica e aumento dos dispêndios com saúde. Nesse sentido, a prevenção da pancreatite pós-CPRE (PPC) segue como um desa...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Filho, Lael Andrade Menezes, Silva, Kelle Oliveira
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2022
País:Brasil
Institución:Instituto Superior de Educação Vera Cruz (VeraCruz)
Repositorio:Revista Veras
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs2.ojs.brazilianjournals.com.br:article/54594
Acceso en línea:https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BRJD/article/view/54594
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:colangiopancreatografia retrógrada endoscópica
pancreatite
tor de risco
Descripción
Sumario:A pancreatite é a complicação mais frequente e, potencialmente, mais agressiva da colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (CPRE), resultando em alta morbidade, mortalidade episódica e aumento dos dispêndios com saúde. Nesse sentido, a prevenção da pancreatite pós-CPRE (PPC) segue como um desafio, tornando-se prioridade no meio científico, assim como no meio clínico. O presente artigo contou com o objetivo principal apresentar os estudos publicados sobre pancreatite pós-colangiopancreatografia retrógrada endoscópica, com ênfase nos fatores de risco e preventivos, através de uma revisão narrativa nos bancos de dados PubMed, CAPES, SciELO, BVS e Cochrane Library nos idiomas inglês, espanhol e português com recorte temporal dos últimos 5 anos. Para minimizar a taxa de incidência, perpassa por selecionar o paciente com critérios, estratificar os riscos, além de usar os fármacos para a prevenção, selecionar a melhor técnica e colocar o stent pancreático profilaticamente. Embora nos últimos anos tenha tido progressos nesses setores de pesquisa, ainda persiste uma alta taxa de incidência, podendo variar até 15%. Dessa forma, novas áreas devem ser exploradas com o intuito de mitigar a PPC.