Habilidades de vida independente em portadores de transtornos mentais do interior matogrossense

Em virtude dos danos cognitivos, sensório motores e psicossociais causados pelo transtorno mental no funcionamento ocupacional, a qualidade de vida dos sujeitos é deteriorada e o isolamento e a inatividade se impõem, acentuando a exclusão. OBJETIVO: Identificar o nível de desempenho em atividades de...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Léo, Marcela Martins Furlan de
Tipo de recurso: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2014
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:teses.usp.br:tde-19022015-163134
Acceso en línea:http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/22/22131/tde-19022015-163134/
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Atividades cotidianas
Daily Living
Enfermagem em reabilitação
Independent living
Nursing rehabilitation
Reabilitação
Rehabilitation
Vida independente
Descripción
Sumario:Em virtude dos danos cognitivos, sensório motores e psicossociais causados pelo transtorno mental no funcionamento ocupacional, a qualidade de vida dos sujeitos é deteriorada e o isolamento e a inatividade se impõem, acentuando a exclusão. OBJETIVO: Identificar o nível de desempenho em atividades de vida independente de portadores de transtornos mentais e correlacionar variáveis. MÉTODO: Estudo transversal descritivo em dois serviços de saúde mental matogrossenses. Amostra constituída por 146 sujeitos (73 portadores de transtorno mental/ 73 informantes destes). Foi feita a Revisão Integrativa da Literatura sobre atividades de vida independente em portadores de transtorno mental, posteriormente aplicado um questionário sociodemográfico e o Inventário de Habilidades de Vida Independente (ILSS-BR) para identificar áreas da vida independente potencialmente prejudicadas. ANÁLISE DOS DADOS: Análise e correlações pelo STATA. Escores obtidos equiparados de acordo com a pontuação do ILSS, no escore global e subescalas.RESULTADOS: Maioria mulheres (71,2%), casados (63%), 35 a44 anos (46%), baixo nível escolar (48% concluíram quarta série), baixo poder de compra (68,6% com renda máxima R$ 1.024,00). Os domínios da vida independente mais comprometidos são Emprego, Lazer e Transporte, que sofreram influência de diagnóstico, tempo de transtorno mental, escolaridade e nível econômico. DISCUSSÃO: Os escores da versão para o informante ficaram em 1,3 (de 0 a 4) e do paciente, em 10,2% (de 0 A 100%), indicando graves limitações em atividades de vida independente e discrepâncias entre a percepção dos dois grupos. Foram correlacionados prejuízo nas atividades de vida independente e baixa escolaridade, baixo nível econômico, desqualificação profissional, maior tendência a abandonar estudos e cursos profissionalizantes. Os homens são mais vulneráveis ao comprometimento e sofrem maior impacto na área laboral. CONCLUSÕES: Os domínios comprometidos são relacionadas à contratualidade e socialização pelas atividades, merecendo intervenções de enfermagem diretas e singulares, macrossociais e empreendidas no habitat