As raízes do regalismo brasileiro
(primeiro parágrafo do texto)Do Concílio de Trento até 1750, quando o Marquês de Pombal tornou-se Primeiro Ministro de Dom José I, Portugal havia permanecido isolado do movimento intelectual da Europa de alem-Pirineus. Pombal, que havia de governar Portugal até 1777, iniciou então um período de rápi...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 1976 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Revista de História (São Paulo) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/77808 |
| Acceso en línea: | https://www.revistas.usp.br/revhistoria/article/view/77808 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Regalismo brasileiro Portugal Marquês de Pombal |
| Sumario: | (primeiro parágrafo do texto)Do Concílio de Trento até 1750, quando o Marquês de Pombal tornou-se Primeiro Ministro de Dom José I, Portugal havia permanecido isolado do movimento intelectual da Europa de alem-Pirineus. Pombal, que havia de governar Portugal até 1777, iniciou então um período de rápidas transformações que afetaram profundamente a Igreja e a sociedade em geral. E como resultado de seus esforços o Regalismo, ou seja, o controle excessivo da Igreja pelo Estado com a consequente perda da influência romana, apareceu como a atitude dominante em Portugal e, por extensão, no Brasil. As relações entre Igreja e Estado devem daí em diante ser estudadas sob esse prisma. Dado que no Brasil a Igreja foi grandemente influenciada pelas medidas do Marquês de Pombal em relação à Companhia de Jesus e à Universidade de Coimbra, é sobretudo no século XVIII que encontraremos as forças e as transformações que determinaram o carater do Regalismo brasileiro. |
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