Motion graphics e a narrativa nas aberturas fílmicas: história, técnica, estética e linguagem

A tese investiga os motion graphics como linguagem visual autônoma, com ênfase nas aberturas cinematográficas enquanto dispositivos expressivos de síntese narrativa. Desde as inovações de Saul Bass nos anos 1950 — que transformaram créditos em narrativas simbólicas — até a expansão digital contempor...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: SAGATIO, Raphael Guaraná
Tipo de recurso: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2025
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
Repositorio:Repositório Institucional da UFPE
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ufpe.br:123456789/64422
Acceso en línea:https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/64422
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Motion graphics
Aberturas cinematográficas
Linguagem visual
Design audiovisual
Descripción
Sumario:A tese investiga os motion graphics como linguagem visual autônoma, com ênfase nas aberturas cinematográficas enquanto dispositivos expressivos de síntese narrativa. Desde as inovações de Saul Bass nos anos 1950 — que transformaram créditos em narrativas simbólicas — até a expansão digital contemporânea, o estudo analisa como elementos como cor, movimento, tipografia e som constroem atmosferas e significados que vão além da função decorativa. Mais do que técnica, o motion graphics é tratado aqui como linguagem híbrida e dinâmica, capaz de traduzir emoções e conceitos em micro-narrativas visuais. A pesquisa integra cinema, design e teoria crítica para propor um sistema de classificação das aberturas com base em critérios técnicos (integração sonora, camadas visuais) e narrativos (ritmo, simbologia, estrutura). Argumenta-se que, apesar dos avanços tecnológicos e da ampliação do uso dos motion graphics em publicidade, redes sociais, educação e interfaces, há uma lacuna acadêmica na abordagem conceitual sobre o tema. O trabalho afirma a legitimidade dos motion graphics como linguagem significativa no contexto midiático contemporâneo. Ao destacar a potência narrativa das aberturas de filmes, o estudo contribui para a valorização dos motion graphics como agente semiótico e elemento estruturante na articulação entre arte, tecnologia e comunicação.