Concepções de mães e professores sobre o portador da Síndrome de Down
Considerando-se que o conhecimento do educando é condição necessária ao se propor diretrizes para sua educação, este trabalho procurou obter dados que permitissem verificar a existência ou não de um perfil identificando o portador da Síndrome de Down. Assim, numa metodologia de Pesquisa Qualitativa,...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 1994 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-18122014-105533 |
| Acceso en línea: | http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/48/48131/tde-18122014-105533/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Down syndrome Educação Education Síndrome de Down |
| Sumario: | Considerando-se que o conhecimento do educando é condição necessária ao se propor diretrizes para sua educação, este trabalho procurou obter dados que permitissem verificar a existência ou não de um perfil identificando o portador da Síndrome de Down. Assim, numa metodologia de Pesquisa Qualitativa, buscou dimensionar as características importantes para essa verificação, através de entrevistas semiestruturadas com mães e professoras de crianças portadoras da Síndrome de Down que frequentaram o Setor Educacional da APAE (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais), de São Paulo. Tanto as mães como as professoras enfatizaram a facilidade na comunicação oral, favorecendo os contatos afetivo-sociais do portador da Síndrome de Down, No entanto, foram divergentes quanto à caracterização de sua afetividade, não confirmando as informações iniciais quanto à sua docilidade e amistosidade. As mães revelaram suas necessidades de se sentirem atendidas e apoiadas a partir da notícia do diagnóstico da Síndrome de Down e durante todo o desenvolvimento, inclusive ao se referirem às próprias dificuldades em lidar com o assunto vida sexual e suas implicações. Constatou-se, portanto, a necessidade de uma atenção à família para uma ação eficaz, logo nos primeiros anos de vida da criança portadora da Síndrome de Down, considerando-se este período como marco inicial para sua educação. Os dados também revelaram necessidades específicas do portador da Síndrome de Down, a partir de dificuldades de compreensão mais abstratas detectadas pelas professoras, bem como de práticas pedagógicas, levando em conta o seu ritmo de aprendizagem. Esta e outras características assinalaram alguns pontos para se pensar ou repensar a educação do Portador da Síndrome de Down. |
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