Pesadelos do passados : realismo e insegurança perceptual nos filmes de Robert Eggers
Nas últimas décadas, o cinema mundial contemporâneo tem apresentado uma pluralidade de atualizações, reinvenções e desdobramentos das diretrizes associadas ao realismo. Dentro desse escopo, a filmografia de Robert Eggers é marcada, sobretudo, por aplicar uma abordagem realista sobre temas folclórico...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2025 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFPE |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufpe.br:123456789/64779 |
| Acceso en línea: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/64779 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Robert Eggers Novo realismo Insegurança perceptual |
| Sumario: | Nas últimas décadas, o cinema mundial contemporâneo tem apresentado uma pluralidade de atualizações, reinvenções e desdobramentos das diretrizes associadas ao realismo. Dentro desse escopo, a filmografia de Robert Eggers é marcada, sobretudo, por aplicar uma abordagem realista sobre temas folclóricos de diferentes povos do passado. Seus roteiros articulam-se na sobreposição da dimensão factual de uma época ao sistema de crenças ali vigente, inserindo elementos sobrenaturais nas diegeses das narrativas, por vezes de forma imprecisa ou ambígua. Assim sendo, o objetivo da presente pesquisa é a análise dos três primeiros longa-metragens dirigidos por Robert Eggers — A Bruxa (2015), O Farol (2019) e O Homem do Norte (2022) — com foco em sua dimensão estilística, buscando assim desenvolver um traço autoral próprio do diretor. Partindo do histórico de debates acerca do realismo no cinema até o que se configura hoje como Novo Realismo, busca-se ponderar como cada uma das três obras, em suas distintas movimentações estéticas, promovem o efeito de “Insegurança Perceptual”, vulgo a predisposição em confundir e desestabilizar suas próprias instâncias diegéticas e narrativas. |
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