Lesões cervicais de alto grau em adolescentes e fatores clínicos‑epidemiológicos associados
Objetivo: Avaliar prevalência de lesões cervicais de alto grau em adolescentes em maternidade terciária, bem como fatores clínico-epidemiológicos correlacionados. Métodos: Estudo retrospectivo caso-controle, que avaliou exames citopatológios, colposcópicos e histopatológicos, sexarca e paridade de a...
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| Fecha de publicación: | 2023 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Ceará (UFC) |
| Repositorio: | Revista de Medicina da UFC |
| Idioma: | portugués |
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| Acceso en línea: | https://periodicos.ufc.br/revistademedicinadaufc/article/view/62602 |
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Lesões cervicais de alto grau em adolescentes e fatores clínicos‑epidemiológicos associadosAdolescenteNeoplasia intraepitelial cervicalTeste de PapanicolaouCâncer de colo uterinoNeoplasia intraepitelial cervicalObjetivo: Avaliar prevalência de lesões cervicais de alto grau em adolescentes em maternidade terciária, bem como fatores clínico-epidemiológicos correlacionados. Métodos: Estudo retrospectivo caso-controle, que avaliou exames citopatológios, colposcópicos e histopatológicos, sexarca e paridade de adolescentes de 10 a 19 anos, no período de 2016 a 2018. Resultados: Foram coletados 2697 exames citopatológicos no período do estudo, das quais apenas 6 corresponderam a lesão intraepitelial escamosa de alto grau (LIEAG) em adolescentes, compondo o grupo de casos. Não houve casos de carcinoma cervical. O grupo controle com 33 pacientes correspondeu às adolescentes com citopatológico normal. A média da sexarca foi de 14,8 e 14,3 anos nos grupos caso e controle, respectivamente. Não houve diferença estatisticamente significativa quando comparadas sexarca (p = 0,464) e paridade (p>0,999). Conclusão: Apesar do rastreio de câncer de colo de útero para adolescentes não ser preconizado pelo Ministério da Saúde, persiste a prática da coleta entre alguns profissionais. A baixa prevalência (0,22%) de lesões cervicais de alto grau em citopatológico nesse grupo foi reafirmada, podendo ser ainda menor quando avaliados resultados histopatológicos. Não houve casos de câncer de colo. Fatores associados, como sexarca e paridade, não foram estatisticamente significativos.Universidade Federal do Ceará2023-02-28info:eu-repo/semantics/articleinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionapplication/pdfhttps://periodicos.ufc.br/revistademedicinadaufc/article/view/6260210.20513/2447-6595.2023v63n1e62602p1-4Revista de Medicina da UFC; v. 63 n. 1 (2023): Revista de Medicina da UFC; 1-42447-65950100-130210.20513/2447-6595.2023v63n1reponame:Revista de Medicina da UFCinstname:Universidade Federal do Ceará (UFC)instacron:UFCporhttps://periodicos.ufc.br/revistademedicinadaufc/article/view/62602/228197Copyright (c) 2023 Revista de Medicina da UFCinfo:eu-repo/semantics/openAccessMiranda, Émilie Beviláqua de CarvalhoPeixoto, Raquel Autran Coelho2023-02-28T18:52:04Zoai:periodicos.ufc:article/62602Revistahttps://periodicos.ufc.br/revistademedicinadaufc/indexPUBhttps://periodicos.ufc.br/revistademedicinadaufc/oairevistademedicina@ufc.br || herlaniocosta@ufc.br2447-65950100-1302opendoar:2023-02-28T18:52:04Revista de Medicina da UFC - Universidade Federal do Ceará (UFC)false |
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