Biografia, autobiografia e crônica na Florença do século XIV: as origens da historiografia moderna

A imagem da Florença tardo-medieval e renascentista como cidade das artes e do saber, como berço do humanismo cívico e da objetividade no tratamento da consciência política, cidade de historiógrafos e teóricos do Estado, ficou registrada como uma das grandes construções da historiografia contemporân...

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Detalles Bibliográficos
Autor: da Silva Fernandes, Cássio
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2009
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP)
Repositorio:História da Historiografia
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.www.historiadahistoriografia.com.br:article/67
Acceso en línea:https://www.historiadahistoriografia.com.br/revista/article/view/67
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Renascimento
Florença
Historiografia
Descripción
Sumario:A imagem da Florença tardo-medieval e renascentista como cidade das artes e do saber, como berço do humanismo cívico e da objetividade no tratamento da consciência política, cidade de historiógrafos e teóricos do Estado, ficou registrada como uma das grandes construções da historiografia contemporânea. Com os olhos voltados para este contexto, trataremos de três gêneros narrativos que apontam na direção da escrita histórica, às vezes se confundindo com ela, e que, na Florença do século XIV, atuaram nas origens da historiografia moderna. São eles a biografia, a autobiografia e a crônica, que no contexto florentino do Trecento, com o intuito de registrar os feitos dos homens ilustres, procuraram interpretar suas ações e seus gestos com um profundo senso histórico. Atentaremos para os casos que apontam na direção das origens de cada um desses gêneros narrativos, observando suas conexões com o intuito de celebrar a ação dos homens na história.