Effects of protein level and methionine supplementation during the periparturient period of dairy cows

O início da lactação de vacas leiteiras é caracterizado por um balanço negativo de proteína e energia. Além da alta exigência nessa fase para o início da produção de leite, o consumo de matéria seca é baixo. Com isso, são necessárias estratégias de alimentação para aliviar o balanço negativo de nutr...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Cardoso, Fabiana de Freitas
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2018
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Lavras (UFLA)
Repositorio:Repositório Institucional da UFLA
Idioma:inglés
OAI Identifier:oai:repositorio.ufla.br:1/29011
Acceso en línea:https://repositorio.ufla.br/handle/1/29011
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Zootecnia
Metionina
Vacas leiteiras - Nutrição
Proteína do leite
Vacas leiteiras - Sistema imune
Methionine
Dairy Cows - Nutrition
Milk protein
Dairy Cows - Immune system
Descripción
Sumario:O início da lactação de vacas leiteiras é caracterizado por um balanço negativo de proteína e energia. Além da alta exigência nessa fase para o início da produção de leite, o consumo de matéria seca é baixo. Com isso, são necessárias estratégias de alimentação para aliviar o balanço negativo de nutrientes nesta fase. Em períodos de estresse, como em torno do parto, pode ocorrer imunodepressão, com a possibilidade de comprometer a capacidade das vacas em lidar com os desafios, tornando-as mais suscetíveis a doenças. O objetivo deste estudo foi examinar o efeito do aumento do aporte de proteína metabolizável e o ajuste no perfil de aminoácidos dessa proteína para vacas durante o período de pré-parto e início da lactação. Ao explorar este objetivo, examinamos o efeito de aumentar o nível de proteína da dieta com ou sem metionina protegida da degradação ruminal sobre o desempenho e a saúde das vacas leiteiras durante o período de transição e nos primeiros 45 dias de lactação. Quarenta e seis vacas foram blocadas com base na paridade (primíparas vs multíparas) e data de parto e dentro de cada bloco foram distribuídas aleatoriamente para um dos três tratamentos: baixa proteína (LP), alta proteína (HP) ou alta proteína com inclusão de metionina protegida no rúmen (HPM). Os tratamentos foram oferecidos do dia -21 a 45 dias em relação ao parto. Trinta e nove vacas completaram o experimento. As vacas alimentadas com HPM consumiram 2,8 kg/d mais matéria seca do que as vacas no tratamento de LP durante o pré-parto. Não encontramos diferenças no peso corporal e no escore de condição corporal entre os tratamentos no pré e pós-parto. As vacas alimentadas com HP produziram 2,5 kg/d mais leite durante os primeiros 45 dias de lactação do que as vacas alimentadas com LP, embora essa diferença não tenha sido estatisticamente significante. A adição de metionina à dieta HP não aumentou a produção de leite. Maior suplementação protéica (HP) em relação a níveis mais baixos de proteína na dieta (LP) reduziu a relação leite/ingestão de matéria seca, aumentou o nitrogênio ureico no leite e tendeu a aumentar o nitrogênio ureico no plasma. Vacas alimentadas com HPM apresentaram menor concentração plasmática de interleucina (IL) 1 em relação as vacas no tratamento LP. A concentração sangúinea de linfócitos foi maior no tratamento de baixa proteína em relação aos tratamentos de alta proteína ( HP e HPM). No entanto, as concentrações plasmáticas de glicose, creatinina, cálcio, IL10 e TNFα e as concentrações séricas de insulina, ácidos graxos não esterificados e beta-hidroxibutirato, não diferiram entre os tratamentos durante o período experimental.