Quem tem medo do feminismo Islâmico, e por quê? Erguendo vozes através da educação

O artigo apresenta o poder do feminismo islâmico, um movimento que tem chacoalhado as estruturas patriarcais do mundo islâmico a medida em que as mulheres têm mais acesso à educação. Com base nesse fato, a pesquisa afirma que essa movimentação originada no acesso à educação tem gerado desconforto ao...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Souza, Renan de
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2020
País:Brasil
Recursos:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Malala
Idioma:inglés
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/159598
Acesso em linha:https://revistas.usp.br/malala/article/view/159598
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Feminism
Islamic Feminist Movement
Patriarchy
Islamic Feminist Authors
Feminismo
Movimento Feminista Islâmico
Patriarcado
Autoras Feministas Islâmicas
Descrição
Resumo:O artigo apresenta o poder do feminismo islâmico, um movimento que tem chacoalhado as estruturas patriarcais do mundo islâmico a medida em que as mulheres têm mais acesso à educação. Com base nesse fato, a pesquisa afirma que essa movimentação originada no acesso à educação tem gerado desconforto ao patriarcado, mas principalmente aos fundamentalistas que se veem ameaçados pelo poder das mulheres que buscam uma reinterpretação do Alcorão extraindo uma mensagem de igualdade das escrituras sagradas. O feminismo islâmico, não sendo um movimento uniforme, pois contém visões distintas e disputas de narrativas em seu interior, é exposto aqui sob o olhar de autoras e pesquisadoras, como Fatema Mernissi e Amina Wadud. Em seguida, é apresentado um contraponto com a visão fundamentalista, a resposta das feministas e o exemplo da jovem Malala Yousafzai como uma referência para justificar a hipótese original de que os fundamentalistas percebem as feministas islâmicas como uma ameaça.