A PALAVRA (NÃO) TOMADA: ENUNCIAÇÃO E ORALIDADE NO ENSINO-APRENDIZAGEM DE FRANCÊS LÍNGUA ESTRANGEIRA (FLE)
Este artigo discute a prática da oralidade na sala de aula a partir da perspectiva discursivo enunciativa. Objetivamos analisar os efeitos de práticas pedagógicas declaradamente embasadas na abordagem acional (actionnelle), em um curso de francês língua estrangeira (FLE) de uma universidade federal,...
| Autores: | , |
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| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2019 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) |
| Repositorio: | Revista Brasileira de Lingüística Aplicada (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:periodicos.letras.ufmg.br:article/13699 |
| Acesso em linha: | http://www.periodicos.letras.ufmg.br/index.php/rbla/article/view/13699 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Subjetividade - Ensino-aprendizagem de FLE; Oralidade; Enunciação |
| Resumo: | Este artigo discute a prática da oralidade na sala de aula a partir da perspectiva discursivo enunciativa. Objetivamos analisar os efeitos de práticas pedagógicas declaradamente embasadas na abordagem acional (actionnelle), em um curso de francês língua estrangeira (FLE) de uma universidade federal, na promoção do que chamamos de tomada da palavra por parte do aluno, a partir da análise discursiva de cenas enunciativas (CE). A discussão dos resultados de análise se baseia na perspectiva discursivo-enunciativa (CORACINI, 2002) sobre o ensino-aprendizagem de línguas. Os resultados apontam para a injunção do aspecto contingencial de sala de aula, tornando-o, muitas vezes, mais premente do que as declarações do professor e configurando-se como cerceador dos movimentos que alguém precisa empreender para construir e se apropriar de um espaço enunciativo língua estrangeira. |
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