A Atuação Política na Formação dos Estados de Mato Grosso do Sul e do Tocantins e o Movimento Separatista no Pará

A Constituição de 1988 impôs a democracia no Brasil, e com isso, os cidadãos brasileiros, junto com os representantes políticos, começaram a participar do processo decisório no país. O principal objetivo deste artigo é analisar de que forma este ambiente afeta a atuação política dos separatistas est...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Oliveira, Thiago José Arruda, Pizzio, Alex, Rocha Silva, Mônica Aparecida, Cardoso, Bárbara Françoise
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2013
País:Brasil
Institución:Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (UNIJUI)
Repositorio:Desenvolvimento em Questão
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.revistas.unijui.edu.br:article/336
Acceso en línea:https://www.revistas.unijui.edu.br/index.php/desenvolvimentoemquestao/article/view/336
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Formação territorial do Brasil
Mato Grosso do Sul
Tocantins
Separatismo
Projetos de desmembramento no Pará.
Descripción
Sumario:A Constituição de 1988 impôs a democracia no Brasil, e com isso, os cidadãos brasileiros, junto com os representantes políticos, começaram a participar do processo decisório no país. O principal objetivo deste artigo é analisar de que forma este ambiente afeta a atuação política dos separatistas estaduais. Para isso, resgata o processo histórico que moldou os atuais recortes políticos no Brasil, concentrando a análise nas duas últimas unidades implantadas: Mato Grosso do Sul e Tocantins. Apesar de se formarem em uma conjuntura política diferente do que presenciado atualmente, a atuação política nestes dois estados, comparando-se com o cenário político na qual Carajás e Tapajós estavam envolvidos, podem apontar os caminhos para compreender melhor esta temática. Os resultados comparativos mostram que o regime democrático impôs empecilhos para que uma nova Unidade fosse criada, e as lideranças que defendem a emancipação devem atuar como negociadoras, principalmente dialogando com os políticos do próprio estado afetado. Por último, as forças separatistas devem elaborar novas formas de atuação, incorporando estratégias na qual o regime democrático exige, além de atuar como negociadora ativa, inclusive mantendo conversas com as lideranças locais opositoras.