Produção textual na escola: contribuições da abordagem sociointeracionista para o 6° e 9° anos do ensino fundamental II.
O objetivo desta dissertação é promover a reflexão sobre a produção de textos escritos em sala de aula. Ela traz, em seu bojo, a abordagem Sociointeracionista que pode auxiliar tanto docentes quanto discentes a entender melhor o processo de escrita, indo ao encontro de um ensino que tenha como meta...
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2015 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Católica de Brasília (UCB) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UCB |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:localhost:riufcg/270 |
| Acceso en línea: | http://dspace.sti.ufcg.edu.br:8080/jspui/handle/riufcg/270 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Produção textual Ensino fundamental II - produção de textos Text production Primary education II - text production Escrita - prática de ensino Abordagem sociointeracionista Writing / teaching practice Social-interactionist approach Letras. |
| Sumario: | O objetivo desta dissertação é promover a reflexão sobre a produção de textos escritos em sala de aula. Ela traz, em seu bojo, a abordagem Sociointeracionista que pode auxiliar tanto docentes quanto discentes a entender melhor o processo de escrita, indo ao encontro de um ensino que tenha como meta a busca de (re)significações da língua. Dessa forma, este trabalho torna pública a proposta de intervenção que diz respeito à produção de um caderno pedagógico para os 6º e 9º anos do Fundamental II. A estrutura do caderno é composta por atividades modulares, ou seja, com sequências didáticas que propõem estratégias para desenvolvimento da produção de textos escritos. E, sobretudo, baseia-se na concepção de que a escrita deve ser desenvolvida dentro de um processo, alertando para a necessidade de um trabalho consistente e relevante para os alunos. Contudo, através das pesquisas, notamos que ainda é alarmante o quanto tem sido comum a prática de sugerir que os alunos escrevam sobre um assunto que, na maioria das vezes, eles não têm informação, afinidade e não percebem nenhuma aproximação com suas vidas. Por isso, há a discussão de se estabelecer o texto como unidade básica do ensino da língua e, também, a preparação do aluno para a escrita. É neste sentido que além de reunir várias vozes que tratam sobre o processo de produção, ainda, apresentamos os resultados das análises realizadas através da observação de quatro salas de aula, questionários aplicados e uma entrevista. Estes passos foram qualificados como as bases metodológicas responsáveis pela construção da proposta de intervenção em que o objetivo foi analisar qualitativamente as acepções dos docentes quanto ao processo de escrita tanto quanto a prática pedagógica. Desse modo, tornou-se notório que o trabalho com a produção textual, em sala de aula, não tem a mesma relevância que exercem as atividades gramaticais. Porém, é mister que a escola desenvolva o trabalho com a produção de modo significativo, pois ela oportuniza o desenvolvimento da capacidade textual dos sujeitos. E, também, trata-se de uma atividade de reflexão coletiva e individual. Logo, a escola deve criar condições efetivas para que o estudante aprenda a escrever com competência os seus textos. |
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