Além dos “achismos” e das evidências anedóticas: medindo a eficiência dos tribunais brasileiros

Este artigo usa a Análise Envoltória de Dados (DEA) para medir a eficiência na Justiça Estadual Brasileira. Os resultados indicam que a eficiência relativa varia significativamente entre diferentes tribunais. Há um grupo que consistentemente apresenta bom desempenho, e outro que consistentemente apr...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: PAULO FURQUIM DE AZEVEDO, LUCIANA YEUNG LUK TAI
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2012
País:Brasil
Institución:Instituição de Ensino Superior e de Pesquisa (INSPER)
Repositorio:Repositório Institucional da INSPER
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.insper.edu.br:11224/4088
Acceso en línea:https://repositorio.insper.edu.br/handle/11224/4088
https://www.scielo.br/j/ecoa/a/NfW7DvRjbyN8H8f8SnRhyrq/
https://doi.org/10.1590/S1413-80502012000400005
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Eficiência
Tribunais
DEA
Descripción
Sumario:Este artigo usa a Análise Envoltória de Dados (DEA) para medir a eficiência na Justiça Estadual Brasileira. Os resultados indicam que a eficiência relativa varia significativamente entre diferentes tribunais. Há um grupo que consistentemente apresenta bom desempenho, e outro que consistentemente apresenta desempenho fraco. Entretanto, o maior problema parece estar com um grupo de tribunais que apresenta resultados instáveis, podendo indicar deficiências na coleta e/ou mensuração dos dados. Também é possível inferir a partir dos resultados que a falta de recursos não é a principal explicação para a ineficiência, dado que esta pode ser alcançada sem alteração na quantidade de recursos empregados.