Correlação do vírus sincicial respiratório e fatores de risco relacionados à sibilância recorrente em lactentes internados

A sibilância é um sinal de alerta fundamental nas crianças nos primeiros anos de vida e tem sido documentada como fator de risco para asma na infância, adolescência e idade adulta. Objetivo: Verificar a correlação do Vírus sincicial respiratório aos principais fatores de risco associados à sibilânci...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Ferrari, Fernanda Brandão
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2022
País:Brasil
Institución:Universidade Santo Amaro (UNISA)
Repositorio:Repositório Digital Unisa da Universidade Santo Amaro
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:dspace.unisa.br:123456789/1329
Acceso en línea:http://dspace.unisa.br/handle/123456789/1329
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Sons Respiratórios
Lactentes
Vírus Sincicial Respiratório
Fatores de Risco
Descripción
Sumario:A sibilância é um sinal de alerta fundamental nas crianças nos primeiros anos de vida e tem sido documentada como fator de risco para asma na infância, adolescência e idade adulta. Objetivo: Verificar a correlação do Vírus sincicial respiratório aos principais fatores de risco associados à sibilância recorrente em lactentes internados. Métodos: Estudo transversal, descritivo e analítico, realizado de maio de 2019 a maio de 2021, por meio da análise de 681 prontuários eletrônicos em hospital público de nível secundário. Participaram do estudo 105 lactentes menores de 24 meses internados por sibilância recorrente, que tiveram suas variáveis analisadas subdivididos em dois grupos por agente etiológico: VSR positivo ou negativo. Resultados: Da amostra estudada, 75,2% eram VSR negativo com predomínio do sexo masculino e faixa etária média de 13 meses. Quanto aos fatores de risco analisados, houve maior incidência de prematuridade (19,2%), cardiopatias (11,5%), histórico familiar de asma (61,5%) e uso de profilaxia (73%) entre os VSR positivos. Observamos entre os VSR positivos, maior uso de ventilação mecânica (80%) e necessidade de reinternações (65,4%), sendo que a correlação positiva foi observada entre o agente etiológico e prematuridade (p=0,009*), cardiopatias (p=0,026*), reinternações (p=0,009*) e uso de ventilação pulmonar mecânica (p=0,007*). Conclusão: Há necessidade de melhoria da assistência clínica com qualificação e uniformização de condutas do pediatra geral frente a essa patologia de saúde pública tão prevalente.