Enfermagem integrativa no nordeste brasileiro : inserção, potencialidades e desafios

Objetivo: descrever a inserção, as potencialidades e os desafios vivenciados pelos enfermeiros na oferta das Práticas Integrativas e Complementares em Saúde na região Nordeste do Brasil. Método: estudo qualitativo, realizado de junho a dezembro de 2022 com 15 enfermeiros nordestinos habilitados em P...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Abrantes, Maria Jussiany Gonçalves de, Freitas, Carla Kalline Alves Cartaxo, Bispo, Laura Dayane Gois, Santos, Thaiane Santana, Piexak, Diéssica Roggia, Menezes, Andreia Freire de, Maciel, Leonardo Yung dos Santos, Dallegrave, Daniela
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2024
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Repositório Institucional da UFRGS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/282720
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/10183/282720
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Terapias complementares
Saúde holística
Saúde pública
Complementary therapies
Nursing
Holistic health
Public health
Terapias complementarias
Enfermería
Salud holística
Salud publica
Descripción
Sumario:Objetivo: descrever a inserção, as potencialidades e os desafios vivenciados pelos enfermeiros na oferta das Práticas Integrativas e Complementares em Saúde na região Nordeste do Brasil. Método: estudo qualitativo, realizado de junho a dezembro de 2022 com 15 enfermeiros nordestinos habilitados em Práticas Integrativas e Complementares. Os dados foram produzidos por meio de entrevistas individuais online e submetidos à análise de conteúdo. Resultados: Participaram 15 enfermeiros e 23 práticas integrativas foram citadas, com predomínio da auriculoterapia, com maior inserção na atenção primária e nos consultórios privados de enfermagem, ressaltando benefícios laborais e pessoais. Algumas das potencialidades incluem a habilitação técnica para a prática e o interesse na realização da educação continuada. A visão hospitalocêntrica dos profissionais, a baixa difusão sobre a temática no ensino, a dificuldade em precificar os procedimentos e em desenvolver raciocínio clínico em outras racionalidades médicas foram citados como os principais desafios. Conclusão: Apesar dos desafios ainda enfrentados, os enfermeiros nordestinos estão ofertando as práticas integrativas, visando complementar os cuidados aos usuários.