Chemical treatment of banana tree pseudostem particles aiming the production of particleboards
O Brasil é um dos maiores produtores de banana do mundo e, consequentemente, gera uma grande quantidade de resíduos provenientes dessa cultura, os quais poderiam ser aproveitados na produção de aglomerados. No presente trabalho, objetivou-se avaliar o efeito de diferentes tratamentos químicos nas pa...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2014 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Lavras (UFLA) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFLA |
| Idioma: | inglés |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufla.br:1/37992 |
| Acceso en línea: | https://repositorio.ufla.br/handle/1/37992 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Musa sp. Lignocellulosic residues Chemical treatments Resíduos lignocelulósicos Tratamentos químicos |
| Sumario: | O Brasil é um dos maiores produtores de banana do mundo e, consequentemente, gera uma grande quantidade de resíduos provenientes dessa cultura, os quais poderiam ser aproveitados na produção de aglomerados. No presente trabalho, objetivou-se avaliar o efeito de diferentes tratamentos químicos nas partículas de pseudocaule da bananeira Musa sp. em suas propriedades químicas e físicas (densidade básica), além da influência desses tratamentos nas propriedades físicas e mecânicas de painéis aglomerados produzidos com o mesmo material. Foram realizados 5 tratamentos nas partículas, sendo: 1) sem tratamento (testemunha); 2) ácido acético 2% ; 3) NaOH 0,5 %, 4) acetona (1/1 em volume/volume); e 5) água. Os painéis produzidos foram de média densidade (0,70 g/cm3 ), encolados com o adesivo ureia–formaldeído a 12% (em relação à massa de partículas). O ciclo de prensagem utilizado foi 4 MPa de pressão, a uma temperatura de 160° C, por um período de 8 min. Os resultados obtidos indicaram que todos os tratamentos químicos realizados nas partículas de pseudocaule da bananeira afetaram a composição química do material. A densidade básica das partículas do pseudocaule foi de 0,10 g/cm³ e o tratamento com NaOH foi o único que afetou essa propriedade, ocasionando seu aumento para 0,13 g/cm³. Os painéis produzidos com as partículas sem tratamento (testemunha), e com as tratadas com ácido acético foram os que apresentaram menores valores de absorção de água e inchamento em espessura após 2 e 24 h de imersão. As propriedades mecânicas de todos os painéis produzidos ficaram abaixo do mínimo recomendado pela norma CS 236-66 (Commercial Standard - CS, 1968). |
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