Ansiedad y su influencia en la autoeficacia para la lactancia materna

Objetivo: identificar os níveis de ansiedade e da autoeficácia para amamentação entre puérperas nos intervalos de 60, 120 e 180 dias pós-parto; verificar a influência da ansiedade na autoeficácia para amamentação entre essas puérperas. Método: estudo analítico, longitudinal e prospectivo, com 186 pu...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Melo, Luciana Camargo de Oliveira, Bonelli, Marina Cortez Pereira, Lima, Rosa Vanessa Alves, Gomes-Sponholz, Flávia Azevedo, Monteiro, Juliana Cristina dos Santos
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2021
País:Brasil
Recursos:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Revista Latino-Americana de Enfermagem (Online)
Idioma:portugués
inglés
español
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/192423
Acesso em linha:https://www.revistas.usp.br/rlae/article/view/192423
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Aleitamento Materno
Ansiedade
Autoeficácia
Pesquisa em Enfermagem
Saúde Materno-Infantil
Saúde Mental
Lanctancia Materna
Ansiedad
Autoeficacia
Investigación em Enfermería
Salud Materno-Infantil
Salud Mental
Breast Feeding
Anxiety
Self-Efficacy
Nursing Research
Maternal and Child Health
Mental Health
Descrição
Resumo:Objetivo: identificar os níveis de ansiedade e da autoeficácia para amamentação entre puérperas nos intervalos de 60, 120 e 180 dias pós-parto; verificar a influência da ansiedade na autoeficácia para amamentação entre essas puérperas. Método: estudo analítico, longitudinal e prospectivo, com 186 puérperas, utilizando-se um questionário de caracterização sociodemográfica e obstétrica, o Inventário de Ansiedade Traço-Estado e a Breastfeeding Self-Eficcacy Scale - Short Form. As análises foram feitas pela estatística descritiva, e utilizado o Teste Exato de Fisher. Resultados: a maioria das puérperas apresentou baixo nível de ansiedade-traço (55,4%), baixo nível de ansiedade-estado (66,2% aos 60 dias, 72,8% aos 120 dias e 75,5% aos 180 dias) e alto nível de autoeficácia (77,3% aos 60 dias, 75,3% aos 120 dias e 72,1% aos 180 dias de puerpério). Baixos níveis de ansiedade-traço e de ansiedade-estado associaram-se com a autoeficácia elevada aos 60 dias (p=0,0142 e p=0,0159 respectivamente). Conclusão: é necessária uma maior atenção à saúde mental das puérperas, considerando que mulheres que apresentaram baixos níveis de ansiedade tiveram maiores níveis de autoeficácia, situação que pode implicar em maior tempo de aleitamento materno exclusivo.