Consequência do uso de metilfenidato sem prescrição médica por estudantes universitários
Os fármacos estimulantes do Sistema Nervoso Central (SNC), como anfetaminas, dextroanfetaminas e o metilfenidato (MPH), são drogas utilizadas principalmente no tratamento do Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade. Nesse sentido, tais medicamentos configuram-se como elementos capazes de el...
| Autores: | , , |
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| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2022 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI) |
| Repositorio: | Research, Society and Development |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.pkp.sfu.ca:article/37368 |
| Acesso em linha: | https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/37368 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Metilfenidato Automedicação Estimulantes do sistema nervoso central. Automedicación Estimulantes del sistema nervioso central. Methylphenidate Self-medication Central nervous system stimulants. |
| Resumo: | Os fármacos estimulantes do Sistema Nervoso Central (SNC), como anfetaminas, dextroanfetaminas e o metilfenidato (MPH), são drogas utilizadas principalmente no tratamento do Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade. Nesse sentido, tais medicamentos configuram-se como elementos capazes de elevar o estado de vigília do usuário, o qual demonstra melhora no humor e desempenho cognitivo. Fato que os tornam cada vez mais procurados para o modo “recreativo”, onde ilicitamente busca-se o aumento da disposição como auxílio de um melhor desempenho acadêmico e profissional. Diante deste contexto, o presente estudo objetivou, por meio de uma revisão integrativa, avaliar o uso do Metilfenidato em acadêmicos sem prescrição médica e quais as principais consequências que este consumo inadequado pode causar no organismo humano. Assim, embora o uso do MPH promova concentração, atenção, disposição e energia, seu uso indiscriminado também ocasiona modificações no estado de vigília e humor de seus usuários. De modo que o indivíduo passa a apresentar efeitos adversos como alterações na frequência cardíaca, surtos de insônia e psicose. A utilização excessiva de psicofármacos, relaciona-se com aspectos econômicos, sociais, clínicos e educativos dos consumidores. Logo, farmacêuticos, médicos e profissionais de saúde devem auxiliar na realização de campanhas, panfletos e palestras de conscientização. |
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