Influência da estrutura de capital sobre a rentabilidade das empresas do setor de energia elétrica listadas na B3

O presente estudo teve como objetivo analisar a influência da estrutura de capital sobre a rentabilidade das empresas do setor de energia elétrica listadas na B3, dentre o período de 2014 a 2018. A metodologia aplicada classifica-se como quantitativa, descritiva e documental, valendo-se dos dados pu...

Full description

Bibliographic Details
Authors: Lima, Roberta Quiles Bettega de, Martins, Marco Antônio dos Santos
Format: article
Status:Published version
Publication Date:2021
Country:Brasil
Institution:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repository:Repositório Institucional da UFRGS
Language:Portuguese
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/232524
Online Access:http://hdl.handle.net/10183/232524
Access Level:Open access
Keyword:Rentabilidade
Empresa
Energia elétrica
Setor elétrico
Capital
Capital structure
Profitability
Indebtedness
Correlation
Description
Summary:O presente estudo teve como objetivo analisar a influência da estrutura de capital sobre a rentabilidade das empresas do setor de energia elétrica listadas na B3, dentre o período de 2014 a 2018. A metodologia aplicada classifica-se como quantitativa, descritiva e documental, valendo-se dos dados publicados pelas companhias em suas demonstrações financeiras. Foram utilizados três modelos de regressão linear múltipla para estudo da influência das variáveis de estrutura de capital e de controle sobre as variáveis de rentabilidade. Os resultados obtidos apontam que não há indícios significativos de que o endividamento influencie ROE, entretanto, evidencia-se certo impacto positivo do endividamento de curto prazo e negativo do endividamento de longo prazo. Observou-se semelhança nos resultados obtidos nos três modelos de regressão aplicados, no que concerne à influência exercida sobre ROA e ROAOper, indicando que tanto o endividamento de curto prazo quanto o de longo prazo tendem a influenciar positivamente tais variáveis. Em todos os modelos aplicados, houveram evidências de que a variável de controle q de Tobin também exerce influência positiva sobre ROA e ROAOper. Por fim, através da análise de correlação, identificou-se que as variáveis que possuem maior correlação com os indicadores de rentabilidade foram o endividamento de curto prazo e q de Tobin.