Entre o projeto urbano e o lugar: práticas, representações e usos do espaço público no processo contemporâneo de renovação do hipercentro de Belo Horizonte
Teremos como ponto de partida a consideração de que a cidade é, antes de tudo, essencialmente contraditória. A produção de seu espaço social supõe espacialidades ambíguas e liminares, que hora têm características de obra, hora se transfiguram em produto. A intensificação de suas contradições tem aum...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2008 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFMG |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufmg.br:1843/MPBB-7LBMUL |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/1843/MPBB-7LBMUL |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | geografia Planejamento urbano Belo Horizonte (MG) Espaço urbano Geografia Espaço urbano Belo Horizonte Belo Horizonte (MG) |
| Sumario: | Teremos como ponto de partida a consideração de que a cidade é, antes de tudo, essencialmente contraditória. A produção de seu espaço social supõe espacialidades ambíguas e liminares, que hora têm características de obra, hora se transfiguram em produto. A intensificação de suas contradições tem aumentado à medida que a industrialização e a realidade baseada na troca se generalizam globalmente. Neste sentido, tal realidade utiliza de técnicas, como o urbanismo enquanto campo sistematizado do conhecimento, para emular a dinâmica da cidade, conservando seu caráter de reunião de tudo e de todos, o que, em muitos sentidos, é necessário para a reprodução do mundo da mercadoria. Entretanto tal espaço social não é somente resultado ou produto da técnica. Aqui ele é considerado também como agente produtor de relações sociais. Procurando compreender melhor essa relação, tomamos como base conceitual a concepção teórica da produção do espaço lefebvriana, que supõe a inter-relação entre três níveis nesse processo: as práticas espaciais, os espaços de representação, e as representações do espaço. Neste trabalho, procurando não utilizar destes conceitos como categorias de análise, vamos procurar compreender melhor o processo de produção do espaço tendo como objteto de análise a renovação do Hipercentro de Belo Horizonte. Ainda nesse sentido, iremos utilizar do conceito de lugar o que também supõe as idéias que lhe são contrárias como auxílio para a compreensão do caráter dualista que se torna ainda mais intenso nas centralidades renovadas dos centros urbanos contemporâneos. |
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