Modelo de gestão integrada de intermediários para transferência de tecnologia

Embora sejam notáveis os incentivos para a criação de vários tipos de intermediários dentro da universidade, não tem havido um esforço correspondente para integrar os seus esforços no processo de transferência de tecnologia (TT). Este estudo tem como objetivo estabelecer um modelo focado no contexto...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Rocha, Renan Antonio da
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2024
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:teses.usp.br:tde-07112024-131529
Acceso en línea:https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/96/96132/tde-07112024-131529/
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Centros de pesquisa
Escritórios de transferência de tecnologia
Intermediaries of technology transfer
Intermediários de transferência de tecnologia
Modelo de transferência de tecnologia
Research centers
Technology transfer
Technology transfer model
Technology transfer offices
Transferência de tecnologia
Descripción
Sumario:Embora sejam notáveis os incentivos para a criação de vários tipos de intermediários dentro da universidade, não tem havido um esforço correspondente para integrar os seus esforços no processo de transferência de tecnologia (TT). Este estudo tem como objetivo estabelecer um modelo focado no contexto universitário que inclua as melhores práticas para a gestão integrada da TT envolvendo a interface entre centros de pesquisa e escritório de transferência de tecnologia (ETT). Utilizando uma abordagem qualitativa, investigou-se uma amostra de centros de pesquisa da Universidade de São Paulo (USP), bem como o seu ETT, a Agência USP de Inovação (AUSPIN). Os resultados destacam a necessidade um modelo de gestão integrada que proporcione a capacitação contínua dos CEPIDs, a profissionalização da função de TT que pode ser viabilizado pela AUSPIN, e a gestão ativa do portfólio de P&D para a comercialização das tecnologias desenvolvidas. A implementação dessas estratégias permitirá que os CEPIDs evoluam de laboratórios acadêmicos para verdadeiros intermediários de inovação, contribuindo significativamente para o desenvolvimento tecnológico e econômico. No que se refere ao processo de TT, os resultados indicam a necessidade de melhores práticas de aproximação com empresas, enfatizando a importância de estabelecer relações de confiança e de aproveitar redes de contatos pré-existentes para facilitar colaborações. E no que se refere aos determinantes, reforça a necessidade de uma comunicação mais efetiva e de colaboração contínua entre os agentes para superar barreiras para a TT. A integração adequada entre os CEPIDs e a AUSPIN pode refletir em mais oportunidade de extrair resultados satisfatórios para a sociedade.