Febre e Anemia Hemolítica: relato de caso de um Linfoma de Hodgkin

A Doença de Hodgkin é uma neoplasia maligna do sistema linfático com incidência importante na população pediátrica. Apresenta incidência estimada entre 1 a 29 casos por milhão na população pediátrica. Tem caráter progressivo, principalmente se não diagnosticada e tratada precocemente. Os territórios...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Santos, André Luís Oliveira, de Carvalho, Maria Carolina Pereira, Messac, Daniela Alves, Rego, Carolina Iracema de Oliveira, Rosa, Vanuza Maria
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2023
País:Brasil
Institución:Instituto Superior de Educação Vera Cruz (VeraCruz)
Repositorio:Revista Veras
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs2.ojs.brazilianjournals.com.br:article/59707
Acceso en línea:https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BRJD/article/view/59707
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Doença de Hodgkin
febre
Anemia hemolítica autoimune
Descripción
Sumario:A Doença de Hodgkin é uma neoplasia maligna do sistema linfático com incidência importante na população pediátrica. Apresenta incidência estimada entre 1 a 29 casos por milhão na população pediátrica. Tem caráter progressivo, principalmente se não diagnosticada e tratada precocemente. Os territórios iniciais acometidos são integrados por nódulos linfáticos adjacentes, podendo atingir órgãos relevantes, tais como pulmão e osso, impactando no prognóstico do paciente. Comumente, o quadro clínico do Linfoma de Hodgkin é caracterizado pela presença de febre, perda ponderal, sudorese noturna (constituindo os sintomas B ou sintomas sistêmicos), prurido e também achados não típicos, como o quadro de anemia hemolítica autoimune (AHAI) e febre de origem desconhecida. O presente trabalho se constitui de um estudo observacional descritivo e que abordará um relato de caso em torno da associação incomum da febre e a anemia hemolítica autoimune na Doença de Hodgkin, em uma paciente de 11 anos do sexo feminino. Objetiva-se ressaltar a possível correlação entre os achados clínicos citados e a enfermidade no momento do diagnóstico, sobretudo, precoce da doença e na resposta ao tratamento, através do gerenciamento do projeto terapêutico correto, à favor do paciente.